terça-feira, 19 de junho de 2018

Um fim-de-semana em Évora a desenhar nos espaços da Fundação Eugénio de Almeida.
Não conhecia nenhum dos interiores, achei tudo lindíssimo, desde a arquitectura ao espólio, e também uma grande fonte de inspiração!
E como sempre me acontece nestas situações, não me apetecia vir embora para Lisboa...
 
 



















Índia, a despedida

 
De volta a Delhi, a última noite foi passada no fantástico Taj Mahal Hotel. Um jantar maravilhoso, um pequeno almoço no dia seguinte também para não esquecer!
A vista do meu quarto merecia ser registada, bem como a Mesquita, num desenho rápido, uma paragem do táxi já a caminho do aeroporto.
Adeus Índia, até breve, prometo voltar!
 

 

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Índia, Agra e o Taj Mahal

Agra era talvez o local mais desejado da viagem para poder finalmente ver, estar e desenhar o Taj Mahal!
 
Primeiro uma visita ao Forte, que é muito bonito e muito parecido com o de Delhi...
 


Depois a surpresa: ao entrar no Taj Mahal não me deixaram levar o meu caderno! Eram proibidas actividades que podiam ser comerciais, desenhar incluído! Depois de implorar ao chefe de segurança para poder resolver a situação, disse-me que podia arrancar uma folha ao caderno (que não podia mesmo entrar...) e desenhar às escondidas!!
Até chorei de raiva e impotência!


Mais uma história para contar, um desenho muito desejado mas que acabou por ser muito sofrido, uma peripécia que me estragou o sonho que tinha do Taj Mahal. Não lhe achei graça nenhuma...

domingo, 27 de maio de 2018

Índia, as cores da Índia

 
A explosão de cor que existe na Índia é maravilhosa e difícil de captar nas páginas de um caderno.
Na nossa memória sim, ela fica bem registada, de vez em quando volto lá para a viver de novo.
Das cores das roupas, às flores, aos objectos, aos monumentos.

New Delhi foi a cidade seguinte que se seguiu nesta minha viagem. Registos com mais tempo, com menos tempo, pouco interessa. É assim mesmo a viagem...



 
 
 
 
 
Numa rua de grande tráfego e afáfama, o vendedor de bananas... Quis tirar-lhe uma fotografia, não me deixou...
 

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Índia, Rishikesh

 
Rishikesh fica já perto da fronteira com o Nepal, onde nasce o rio Ganges que por aí passa ainda límpido e transparente. Tomar banho no rio, segundo os indianos, purifica. Eles deslocam-se de longe até mesmo apenas para colher água em garrafas que depois guardam em suas casas como símbolo de limpeza, purificação..
O meu marido tomou banho no rio, no local onde fiz este primeiro desenho, e que ficava ainda mais a norte de Rishikesh, mas eu preferi continuar impura... 
 
 


Em Rishikesh há inúmeros centros e escolas de yoga, pelo que vemos imensos estrangeiros que para aí se deslocam durante todo o ano. Achei muito bonito, demos um passeio grande pelas ruas com os comerciantes de tendas e as lojinhas, e queria imenso ter parado para desenhar uma ponte linda (a mesma que eu via ao longe neste meu segundo desenho), mas o estar em grupo tem os seus condicionamentos...


De volta a Haridvar assistimos à cerimónia no rio ao pôr-do-sol (impressionante!) e depois comboio (felizmente a última viagem durante a noite) com destino a Delhi.

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Índia, Jaipur

 
Já não me lembro como chegámos a Jaipur, provavelmente foi mais uma noite passada no comboio!
Jaipur é chamada "Pink city", e tem edifícios lindíssimos como este, o Palácio dos Ventos, que é apenas fachada com inúmeras janelas, construído para as mulheres poderem ver o que se passava na rua, já que não podiam andar nela... Em frente várias lojas, numa das quais pedi para me sentar num banco que estava ocupado com roupa para vender, ao que eles simpaticamente acederam! No final tive que fazer o sacrifício de comprar mais uma túnica...
 
 


Amber Fort fica fora da cidade de Jaipur, é um complexo com vários palácios e fortes com uma muralha que segue o relevo do terreno. Para subir até lá acima vamos sentados em elefantes, que vagarosamente nos aliviam do cansaço da subida. Tão vagarosamente que os vendedores nos continuam a assediar para comprar Tshirts, pulseiras, e tudo-e-mais-alguma-coisa, e vão baixando os preços à medida que subimos!


 

 
Para fazer este desenho também desalojei do seu posto o homem do telescópio, como se pode comprovar pela foto junta! Ele perguntou: quanto tempo? respondi, 15 minutos. E disse OK! Afinal foram 20, mas ele parece-me que esteve entretido...




quarta-feira, 18 de abril de 2018

Índia, Udaipur


Udaipur é conhecida como a cidade dos lagos. Fica no Rajastão, o estado onde se localiza o famoso Triângulo Dourado.
Chegámos de viagem e como o hotel ficava um pouco longe da cidade, fui-me entretendo a desenhar uma árvore (o desenho à esquerda ainda era do dia anterior em Ahmedahbad)...
 
 
 
...a menina que andava a varrer o jardim, vestida com roupas e cores maravilhosas! Isto é uma das coisas fantásticas da Índia, elas andam sempre bonitas com uma infinidade de padrões coloridos de grande beleza.
Ao final do dia visitámos Udaipur, e assistimos a um espetáculo de dança no interior de um palácio.
Claro que entre centenas de pessoas foi em mim que os mosquitos decidiram picar...
 



À noite foi tempo de jantar numa festa entre rotários locais. A comida estava muito boa, abusei um pouco, o que não se pode fazer na Índia enquanto o nosso corpo não está completamente habituado às mudanças...



De manhã visita ao palácio real e tempo para um desenho super rápido (enquanto os outros andavam de camelo, porque eu, nem morta...), do maravilhoso lago onde passeámos de barco ao pôr-do-sol.


quinta-feira, 12 de abril de 2018

Índia, o White desert

Não podemos imaginar o tempo iremos demorar a percorrer as distâncias na Índia se usarmos as nossas estradas como referência. Digamos que demoramos seguramente o dobro, se não o triplo do tempo!
De Ahmedahbad ao White desert demoramos aí umas 10 horas, num mini-bus apertado, durante toda a noite, quase que ia dando em doida. But that's India! E há que relativizar e entrar no espírito....
 
O White desert é um deserto salgado que fica no norte da Índia junto à fronteira com o Paquistão. A Tent City, um complexo com tendas, restaurantes, lojas que é montado e desmontado todos os anos, funcionando apenas alguns meses durante o inverno.
Há noite há espetáculos de música, dança, mas o ponto principal de atracção deste lugar é ir ver o nascer e o pôr-do-sol no deserto.





Nas lojinhas, irresistíveis as cores dos objectos de artesanato!


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Índia

A Índia era há muito tempo um destino por mim muito desejado. Confesso que com um misto de receio associado ao fascínio de conhecer aquele país.
Ahmedahbad foi a primeira cidade que visitámos, pois é onde reside o Bhanu, que organizou esta viagem onde participaram rotários de diversos países: Hong Kong, Taiwan, Estados Unidos e Portugal.
   
 
 
Em Ahmedahbad quase não vemos turistas, mas vemos vacas, que são bem tratadas, e cães que são tão esqueléticos que até faz impressão!
Com um guia local percorremos o Heritage Walk, na zona antiga...
 
 
 
...visitámos o Sabarmati Ashram onde Gandhi viveu durante 12 anos. Que bonita a vista do rio, que lugar com tanto para contar!

 
 
 
Não é possível colocar no desenho desta rua, que parece calma e pacífica, o ruído dos carros, tuk-tuks e motas, o caos que é o trânsito na Índia. Já não falando na aventura que é atravessar uma rua! Mas vamo-nos acostumando, vamos começando a entrar no "mood"...
 

 
 
No hotel Marriott assistimos a uma cooking session, seguida de um almoço buffet fantástico que alguns do grupo não puderam apreciar convenientemente pois é fácil entrar em "má disposição" com as alterações alimentares... Eu felizmente estive sempre bem!


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Quando os meus desenhos...

se transformam em lenços de seda!

 
Um pórtico manuelino no Convento do Carmo...
 
 
 
um desenho feito durante um encontro de urban sketchers...
 
 
 
depois transformado em florão,
 
 
 
 
e a tomar vida num lenço de seda!
 
 

 
 
 
Foi no passado dia 18 de Dezembro que lancei a minha nova marca de acessórios, Fernanda Lamelas Arts, que nasce da minha paixão pelo desenho, pelos detalhes e pormenores do mundo que me rodeia.
Carmo, Rossio, Valverde e Neptuno, são quatro temas inspirados na cidade de Lisboa, mas mais temas e mais cidades no futuro virão! 
 
Os lenços de seda são os primeiros produtos, e já estão à venda online em www.fernandalamelasarts.com.
 
Espero que gostem!!
 

 

 

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Vila Real

Verão, férias, tempo para ter tempo de desenhar sem tempo...
Um verão muito quente, de temperatura, de momentos também eles quentes, nem sempre pela melhor razão...
Mas assim é feita a vida, de um pouco de tudo, a nós compete conseguir ver e guardar o que merece ser guardado...
 
 






a almoçar no Mesa de Lemos

 
ou memórias de uma bela refeição!
 











sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

dois dias em Paris

 
Paris inspira...
No meu caderno cinza, dois desenhos propositadamente inacabados, como eu gosto...
"Usar o branco, sem ser da forma óbvia", estou sempre a dizer... o que não quer dizer que consiga fazer...







segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Santiago de Compostela, mais desenhos


Em Santiago de Compostela não faltam temas para desenhar! O difícil é escolher o nosso foco.
Mais dois desenhos, o primeiro no museu da Catedral, tentando captar a essência daquele espaço e do que está lá dentro, através de uma composição, e que foi o tema do workshop que orientei durante a Compostela Ilustrada.

 




O segundo na Praza da Inmaculada, em frente a uma das entradas laterais da catedral, com a sobreposição da silhueta do resto da praça.
Resultou um pouco confuso, mas é para isto mesmo que servem os diários gráficos, para fazer experiências que, como se pode ver, nem sempre correm bem...
Mas como tudo o mais fazem parte da nossa vida, por isso partilho.
E adeus Compostela Ilustrada, para o ano há mais, espero!


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Santiago de Compostela, no interior da Catedral

 
No interior da catedral em dois momentos, com alguns elementos do exterior adicionados ao primeiro desenho, numa tentativa de "salvamento" do dito cujo. Nestas situações lembro-me sempre do que dizia um amigo meu: Olhe que melhorando estraga!
 








quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Santiago de Compostela, nos comes e bebes

 
Porque também faz parte... e não desenhei as vieiras, as zamburinas, as gambas, o berbigão, o ligueirão... nem os petiscos todos que provei nestes dias.
Mas o marisco na Galiza é mesmo bom!