Com vista para o mar, fica junto à praia de São Torpes, perto de Porto Covo. O Carlos recebe-nos sempre com simpatia e os seus óptimos petiscos!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O Arte & Sal
Com vista para o mar, fica junto à praia de São Torpes, perto de Porto Covo. O Carlos recebe-nos sempre com simpatia e os seus óptimos petiscos!
domingo, 20 de abril de 2014
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Moma Grill
É o irmão mais novo do restaurante Moma da rua de São Nicolau. Fica no mesmo quarteirão, na rua dos Correeiros, em plena Baixa lisboeta. Ementa à base de grelhados, sempre com peixe fresco, bom ambiente e bom serviço. Gosto mesmo muito!
terça-feira, 15 de abril de 2014
O Chef
-O Chef está cá hoje?
-Ah, mas conhecem-no? da televisão? Não sei, vou ter que me informar.
Passado um pouco:
-O Chef está, mas está no escritório.
-Está bem, obrigado.
Passado mais um pouco:
-O Chef já está na cozinha
-Então pode perguntar ao Chef se nos prepara um menu? Ele que escolha o que achar interessante.
-Sim senhor, vou preguntar ao Chef.
Logo a seguir:
-O Chef diz que sim.
-Óptimo, obrigado. Os vinhos podem também ser propostos por ele, por favor.
Os empregados tomaram então um ar teatral, como se estivéssemos num restaurante com estrelas Michelin. Passámos a ser vistos por eles como pessoas importantes, talvez críticos gastronómicos...
Pão de milho, pão de sementes e azeite numa pequena taça, fizeram o seu papel durante algum tempo na mesa.
Tosta com queijo de cabra, pêra cozida, pedaços de tomate confitado foi a entrada que nos puseram à frente. Saboroso, mas nada surpreendente.
Depois veio o prato principal que nos foi apresentado, com grandes salamaleques, como "Arrozinho" de tamboril com gambas. Esta mania de acabar tudo em "inho" confesso que me aborrece. Estava saboroso mas normal, e ainda menos surpreendente que o prato anterior.
Arroz de tamboril em Lisboa, numa sexta-feira à noite, não era seguramente o que me estava a apetecer.
Tentei imaginar-me em Sesimbra, num dia de sol em frente ao mar...
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Café Lisboa
Fica no Teatro Nacional de São Carlos. A decoração deste espaço (antigo restaurante do Teatro) é sumptuosa, com um toque de modernidade, transmite-nos conforto, e a história de um lugar com histórias.
Os pratos aqui servidos, pelo Chef José Avillez, resultam numa sinfonia perfeita para os nossos sentidos!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
na antiga Fábrica de Pólvora
A seguir ao almoço visitámos a antiga Fábrica de Pólvora de Vale de Milhaços. Depois de uma primeira explicação, fomos até junto do sr. Francisco que estava há várias horas a pôr lenha para aquecer a água da caldeira.
E a máquina a vapor começou a funcionar!
As ferramentas, feitas num tempo em que havia tempo as tornar mais do que simples objectos utilitários.
No final, um desenho da Central Geradora, numa perspectiva sugerida pelo Luís Ançã. O tanque à frente do edifício era o tanque de arrefecimento.
Mais um dia muito bem passado com amigos que partilham do mesmo gosto, desenhar!
quarta-feira, 9 de abril de 2014
no Moinho de Maré de Corroios
Mais um óptimo encontro dos USKP, no passado sábado. Nem o nevoeiro nem a chuva miudinha impediram as pessoas de se reunir. Começou no Moinho de Maré, em Corroios. Cheguei atrasada, mas ainda consegui ouvir toda a explicação acerca do local. No primeiro andar estava patente uma exposição de desenhos. Gostei muito de conhecer, e confesso que me apetecia imenso desenhar!
Na sala de moagem,
Cá fora, um desenho rápido antes de irmos todos almoçar.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
na Praça das Flores
Muito bom tudo o que provámos no novo restaurante familiar do Chef Miguel Castro Silva, o "de Castro", na Praça das Flores em Lisboa. O genro está à frente da cozinha, e uma das filhas na sala. Comida portuguesa muito bem confeccionada e apresentada. No final pedi ao Miguel que me fizesse uma dedicatória junto aos meus desenhos.
Gostámos muito, esperamos voltar em breve!
um sábado em Lisboa
Comecei o dia com uma massagem de fisioterapia, não sem antes ter ido ao supermercado fazer as compras da semana. Embora ir ao supermercado seja uma obrigação, eu gosto de tudo o que seja comprar! Depois, sem horas definidas porque estava sozinha em casa, apeteceu-me e fui comer uma "Caesar Salad" no bar do Ritz, onde encontrei um amigo que fazia anos. Gostei de estar à conversa com ele. Ao jantar já tive companhia para jantar no Ibo, restaurante de comida moçambicana que adoro e recomendo!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Em Basileia, as flores
Baselworld é a nível mundial a mais importante feira do sector dos Relógios e das Jóias. Aconteceu durante a passada semana na cidade Suíça de Basileia.
Há muitos anos que a visito, tenho visto ao longo dos anos a evolução das marcas, dos produtos, da arquitectura dos stands. É uma feira cosmopolita, um momento de contacto com produtos de grande luxo, de grande beleza, com pessoas de todo o mundo. As flores são presença constante. Foquei-me nestes jarros numa breve pausa no meu trabalho.
segunda-feira, 24 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
Na nossa cantina
Na nossa cantina, ou melhor, no Locanda, um restaurante italiano que fica perto do escritório e que frequentamos assiduamente. Domingo à hora do almoço, há mais tempo e calma para apreciar a comida e a companhia. Várias grupos de famílias, e sempre a mesma tentativa minha de adivinhar os parentescos. Às vezes é fácil, outras nem por isso... Enquanto isso vou desenhando, desta vez as pessoas. Aqui é menos complicado porque estão paradas e concentradas em tudo menos na minha pessoa.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Umai e pincel novo
Feliz com o meu novo pincel espatulado! Com ele completei a aguarela no desenho das vieiras coradas com espuma de caril indiano, um dos pratos do Chef Paulo Morais, no Umai no Chiado. Deliciosas as vieiras e tudo o mais que provámos!
quarta-feira, 12 de março de 2014
Citrus Symphony II
Fortaleza do Guincho. Um jantar, uma sinfonia de sabores. Chef Vicent Farges, o maestro, os instrumentos os citrinos harmoniosamente associados a mil e um sabores, cores e formas, texturas.
Citrinos que crescem no Alentejo, no Lugar do Olhar Feliz, pela mão de um casal franco-canadiano, Ann e Jean-Paul Brigand. Há muitos anos a habitar no nosso país, para onde vieram, segundo eles, em busca de uma vida mais calma. Produzem cerca de 200 variedades de citrinos: Cimboa, yuzu, cédrat mão de buda, combava, nomes até à pouco desconhecidos dos Chefs de cozinha ocidentais.
Mas é como investigadores e colecionadores que gostam de ser vistos, o pomar para eles "é um laboratório de investigação". Posso dizer que gostei de fazer parte desta experiência!
Jan 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Perto e Longe
Um dos desafios propostos num Encontro de Urban Sketchers, era dar a noção de Perto e Longe.
Eis a minha abordagem. Duas espessuras de traço, duas cores, dois planos.
Lisboa, 14 Setembro 2013
quinta-feira, 6 de março de 2014
Auschwitz, um aviso para a Humanidade
Quase três horas de viagem de carro separam Lódz de Auschwitz, em polaco Oswiecim.
Às 10h30 começava a primeira visita do dia (com guia em inglês) a Auschwitz I, um dos três campos que fazem parte do Campo de concentração de Auschwitz.
Entramos pelo portão principal, emoldurado pela frase ARBEIT MACHT FREI, famosa pela má razão. Sentimos o seu peso. Visitamos os vários edifícios onde fotografias antigas, uma quantidade infinita de objectos de uso pessoal, óculos, sapatos, malas, roupas de criança, cabelo que era cortado depois de morrerem nas câmaras de gás, contam e ilustram o horror que já conhecemos mas que sentimos ainda mais ao nos ser descrito pela nossa guia, no local onde tudo isto aconteceu. Quando entramos numa das câmaras de gás pedem-nos silêncio.
Visitar a prisão dentro do Campo, ouvir as torturas que eram infligidas aos prisioneiros, foi também um momento que me impressionou. Desenhei as grades de uma cela. A beleza no horror.
Após duas horas de visita, um autocarro transporta-nos para Auschwitz II, Birkenau, o segundo Campo construído pelos Nazis nesta cidade polaca. É muito maior que o primeiro, as casas mais parecem estábulos. A visão das pessoas a chegar nos comboios é bem clara quando paramos na plataforma entre os carris, estação terminal dos milhares de prisioneiros de toda a Europa. Uma carruagem desse tempo, faz-nos imaginar como seria.
Auschwitz foi o maior Campo de concentração e extermínio Nazi. Entre 1940 e 1945 cerca de 1.300.000 pessoas, das quais 1.100.000 judeus, 140.000 polacos, 23.000 ciganos vindos de Roma, 15.000 prisioneiros de guerra russos e 25.000 de outras etnias.
Ao chegarem, 75% iam directamente para as câmaras de gás. Os que ficavam vivos eram registados, davam-lhes um número, deixavam de ter nome. Depois era a fome, os maus tratos e humilhações, os trabalhos forçados, o frio dos invernos rigorosos, as doenças. Eram feitos escravos, todos os direitos humanos básicos lhes eram negados, só estavam ali para morrer. Em Auschwitz as câmaras de gás chegaram a matar 10.000 pessoas por dia! É difícil entender como tudo isto foi possível.
Auschwitz não deixa ninguém indiferente, sei que me vai ficar gravado para sempre na memória.
No mausoléu dedicado às vítimas do holocausto pode ler-se:
FOR EVER LET THIS PLACE BE
A CRY OF DESPAIR
AND A WARNING TO HUMANITY
WHERE THE NAZIS MURDERED
ABOUT ONE AND A HALF MILLION
MEN, WOMEN AND CHILDREN
MAINLY JEWS
FROM VARIOUS COUNTRIES
OF EUROPE
AUSCHWITZ BIRKENAU
1940-1945
quarta-feira, 5 de março de 2014
ainda na Polónia
A comida polaca tem muitos pratos semelhantes aos da cozinha alemã. Também alguns restaurantes têm uma decoração que eu chamo de feminina, num estilo muito parecido com alguns do seu país vizinho. Foi o caso destes dois restaurantes onde estive nesta minha última viagem.
O restaurante Polka, de Magda Gessler, em Lódz. Escrevi só, ou melhor copiei letra a letra, em polaco, já não sei bem o que era... estufado de carne e couve, penso, dentro de um pão!
O restaurante Dobry Rok, em Czestochowa, no regresso do dia passado em Auschwitz e Cracóvia.
Desenhos a lápis aguarelável e aguarela.O prato de baixo é salmão grelhado com legumes, e o de cima uma sopa de cogumelos com massa folhada.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Krakow
Depois de visitar Auschwitz, uma breve passagem por Cracóvia, pela Praça do Mercado onde também se localiza a Catedral com duas torres diferentes, e pelo Portão de S. Floriano, que fazia parte da muralha medieval desta bonita cidade polaca.
domingo, 2 de março de 2014
Manufaktura
Em Lódz.
Manufaktura localiza-se em edifícios que faziam parte de um grande complexo industrial que ocupava cerca de 27 hectares, projectado pelo arquitecto Hilary Majewski em 1872 a pedido de Izrael Poznanski, grande industrial e produtor de tecidos em algodão.
Recentemente, cerca de 10 anos foram necessários para remodelar todo este complexo que abriu em 2006. Engloba além de um Centro Comercial, Cinema, Lojas, Restaurantes, Museus, uma ampla zona pedonal de lazer, e um Hotel, o Andel's Hotel, onde ficámos durante o fim-de-semana.
Visitei o Museu da antiga Fábrica onde é contada a história destes bonitos edifícios em tijolo.
Carimbos com padrões estilizados de tecidos que eram produzidos na época, em cima de uma mesa, esperavam para ser usados. Carimbei algumas folhas em branco do meu caderno, para servirem depois de base a novos desenhos.
Ainda no Museu, amostras de tecidos, teares antigos, alguns ainda a funcionar, e toda a História deste lugar. Usei caneta na cor do tijolo, achei que neste ambiente se impunha.
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