segunda-feira, 14 de novembro de 2016

a jantar no La Bien Aparecida

 
La Bien Aparecida é um dos restaurantes de moda em Madrid, no centro perto da Calle Serrano. Como tínhamos que deixar a mesa às 10 em ponto para o segundo serviço, estavam mais preocupados nisso do que em ser simpáticos! Mas foi agradável, desenhei o ambiente, não me apeteceu desenhar a comida... Até já me esqueci do que foi...
 
 

 

ainda no Botilleria y Fogón Sacha

 
O ambiente... A comida é fantástica, um restaurante a não perder em Madrid, mesmo!
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Desenhar com... Fernanda Lamelas


No passado dia 15 de Outubro coube-me a mim conduzir a primeira sessão do "Vamos desenhar com...", onde irão participar vários sketchers ao longo dos meses.

Fiz primeiro uma apresentação aos cerca de 20 participantes, onde mostrei desenhos, a evolução da minha forma de desenhar, o que me tem influenciado ao longo destes 5 anos de Urban Sketcher, o que me move.

Depois fomos desenhar. O tema que lancei foi "as partes fazem o todo".

Obrigada a todos os que participaram, foi mesmo muito bom!!











a jantar no Botelleria y Fogón Sacha

Estive no fim-de-semana passado em Madrid a comemorar o meu aniversário. Não deu para andar a desenhar na rua porque estava frio e chuva. Deu para passear pelas lojas e para experimentar novos restaurantes. Este que não conhecia ainda entrou para o Top 5! Botilleria y Fogón Sacha!
Na cozinha está o Pol, amigo da minha filha Ana, e que é sobrinho do dono, o Sacha, que não estava nesse dia.
Um menu degustação que o Pol preparou para nós: Tudo de comer e chorar por mais!
 

 









quinta-feira, 13 de outubro de 2016

a almoçar no Esporão

 
A almoçar no restaurante do Esporão, que tem à frente da cozinha o Chef Pedro Pena Bastos.
Tudo delicioso, o único senão foi o facto de ser no último dia de férias...
 
 






segunda-feira, 10 de outubro de 2016

a desenhar no Porto

 
Um óptimo fim-de-semana, alguns desenhos, não tantos como gostaria, mas eu sou muito lenta e gosto muito de conversar!
 
Mas como quem dá o que tem a mais não é obrigado, aqui vão eles!
 
 






















quinta-feira, 6 de outubro de 2016

por mares nunca dantes navegados...


ou por riscos nunca dantes experimentados... porque às vezes (muitas vezes) me apetece fazer outras (muitas) coisas...
Inspirada no trabalho maravilhoso da Pat Southern-Pearce e no mar de Porto Covo, um desenho, um momento de paz ao fim do dia... De paz ou de inquietação, porque desenhar é mesmo isso, uma busca, uma procura, um desassossego.


Bloco de papel Clairefontaine, lápis e caneta de aparo.

submarinos e fragatas no Alfeite

 
Cadernos debaixo de água, era o nome do encontro UskP no Alfeite, mas virou iPhone debaixo de água, como disse e bem a Teresa Ruivo! Passo a explicar:
 
Coube-me a mim a organização deste encontro, que seria num sábado de manhã. Sexta à noite, véspera, com toda a gente com o meu contacto de telefone para o outro dia, o meu telemóvel resolveu dar um mergulho...na sanita!
Nem dois segundos levei a tirá-lo lá de dentro, e após o dia inteiro desligado resolveu ressuscitar!
 
Afinal a história acabou bem, assim como o encontro! Fiz alguns desenhos, os possíveis no meio de todo o stress para que tudo corresse bem, associado ao incidente anteriormente relatado...
 
Enquanto os grupos iam entrando e desenhando o submarino, desenhei o Bérrio, que é um navio de carga.
 
 




Dentro do Arpão. O interior de um  submarino é impressionante, apetece desenhar aquelas "entranhas" todas! Foquei-me num detalhe das válvulas, e mais tarde, já no deck da fragata Vasco da Gama, completei a dupla página.




Na ponte da fragata Vasco da Gama a olhar a linha do horizonte, que não está assim muito horizontal (eu sei que sou muito picuinhas...)

Faz-me lembrar uma velha história de um arquitecto com quem trabalhei e que um dia numa obra discutia com o empriteiro e dizia que uma banheira tinha sido mal colocada porque o bordo superior não estava na horizontal. Para tirar as teimas, encheram a banheira de água e a superfície da água realmente não estava paralela ao bordo. Resposta do empreiteiro: Ah, a água é que está torta!...

Por isso aplicado aqui, o horizonte naquele dia estava um bocadinho torto...

 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

a jantar em Londres


O Chilton Firehouse abriu recentemente em Londres e é neste momento um dos locais mais "in" da cidade.
À frente está o português Nuno Mendes, que já visitámos em outros dois restaurantes que ele teve aanteriormente em Londres. Mais uma vez o Chef não estava, não assinou os meus desenhos...

Tudo muito, muito bom!






segunda-feira, 3 de outubro de 2016

a almoçar no Noélia

 
Para começar bem uns dias no algarve...
 
O rapaz que nos estava a servir à mesa, que vim a saber ser o filho dos donos deste restaurante, não parava de elogiar o desenho...
 
E eu de elogiar a comida! As ostras deliciosas, o carabineiro divinal! Aprovado com distinção!
 
 

Manchester 3, os "postais ilustrados"

 
Em Albert Square, o gótico flamejante a sobrepor-se às pessoas, às tendas, à animação e aos sons do festival de Jazz...
 




No Whitworth Park, o desenho final do workshop do Richard Alomar.
Depois de percorrermos vários espaços verdes públicos, uns de desenho clássico, outros de abordagem moderna, de tomarmos notas, fazermos esquemas e desenhos, o "postcard" que pudesse transmitir o que sentíamos naquele espaço onde nos demorámos mais algum tempo!


domingo, 25 de setembro de 2016

Manchester 2, os pubs

 
O Peveril of the Peak foi um dos pontos de encontro durante o simpósio, também palco de workshops, e talvez um dos locais mais desenhados da cidade durante a semana! 


 
 



The Salutation ficava junto à Manchester School of Art, local que serviu de base operatória do Simpósio. Muito interessante a forma como mantêm a arquitectura tradicional e a integram na arquitectura moderna circundante. Em todos os pubs existem sempre vasos de flores coloridas pendurados nas fachadas!


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Manchester 1

 
Com tantos desenhos em atraso, nem sei bem por onde começar...
 
Talvez pelo princípio, why not?
 
Este ano o Simpósio dos UrbanSketchers foi em Manchester, e também coincidiu com o nascimento do meu primeiro neto, o Guilherme!
 
Adiei a minha viagem de ida por esse bom motivo, mas apesar da minha filha me dizer "vê lá se te divertes", o meu coração esteve muito dividido, para não dizer que esteve mesmo mais cá do que lá...
 
Mas mesmo assim gostei bastante de ir!
 
Falhei os Workshops do primeiro dia, e no segundo dia foi a vez do Paul Wang. Gosto muito do trabalho dele. Nos workshops tem uma forma muito metódica de nos pôr a fazer os vários exercícios, foi uma manhã muito proveitosa junto ao Rain Bar e depois lá dentro porque começou precisamente a chover!
 
 
 

 

sábado, 6 de agosto de 2016

a ponte 25 de Abril faz hoje 50 anos!


Em 1876 foi feito um primeiro estudo para uma ponte sobre o rio Tejo.
Depois de vários outros ao longo dos anos, apenas em 1958 foi lançado um concurso público para a sua construção, ganho por uma empresa americana, a United States Steel Export Company.
A 5 de Novembro iniciaram-se os trabalhos que duraram menos de 4 anos. A ponte foi inaugurada precisamente a 6 de Agosto de 1966.

Eu estive nessa inauguração com os meus colegas de liceu! O meu pai era apaixonado pela ponte, estava sempre a dizer-me: Isto é uma grande obra de engenharia! Acompanhou toda a construção, ia-me explicando o que se ia fazendo, fui com ele ver as grandes caixas metálicas antes de serem afundadas para constituírem as sapatas da ponte no leito do rio. Estes desenhos que fiz no encontro são dedicados a ele.

Videos giros  sobre a construção da ponte, que até ao 25 de Abril se chamou Ponte Salazar:

https://www.youtube.com/watch?v=os19ck7e5go

https://www.youtube.com/watch?v=R3uq8UL7ouM


Participei recentemente num encontro para a desenhar, e com a colaboração das IP tivemos acesso a locais onde normalmente não se pode estar:
De manhã, no pilar norte. Quando chegámos ficámos um pouco decepcionados, parecia que não havia nada de especial para desenhar, mas havia!









uma perspectiva a torcer o pescoço...





Depois de almoço, que foi de ameno convívio numa esplanada na zona da Junqueira, desenhámos junto às amarrações do pilar sul. Não se tem noção da intensidade do ruído dos carros e dos comboios a passar... Queria ter desenhado as amarrações junto às sapatas, mas perdi-me com a vista magnífica quando lá cheguei!








e para terminar, nos jardins das Infraestruturas de Portugal! Apesar do calor, e de pensar que bem se estaria na praia, não apetecia parar de desenhar aquela grande obra de engenharia!  Um belo grupo de sketchers, e uma recepção e acompanhamento fantásticos por parte das IP! E obrigada Nelson pela iniciativa! E parabéns Ponte 25 de Abril!



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Peru dia 8, que bom regressar ao nível do mar!


Tempo de regressar a Lima.

A caminho do aeroporto visitámos um local dos túmulos reais dos pré-Incas e Incas, que tinham a forma de uma espécie de torres. Quando eram muito importantes os reis não podiam ir sozinhos para os túmulos, tinham que matar pessoas para os acompanhar na viagem! Ok! Ainda bem que não vivi nesse tempo! Os espanhóis abriram os túmulos para retirar o ouro e a prata que acompanhavam os mortos.

De volta a Lima e ao nível do mar! Ufa! Que bom!
Bye bye garrafa de oxigénio a que recorri meia dúzia de vezes! Tanto em Cusco como em Puno há garrafas de oxigénio (no hotel, nos transportes, em todo o lado), que as pessoas podem usar em caso de necessidade para ajudar a passar a má disposição resultante da menor quantidade de oxigénio no ar. Recomendam sessões de 10 minutos com o intervalo de 1 hora. Tomar oxigénio melhora mas não faz passar por completo a sensação que é de náuseas e de dor de cabeça. Mas que felizmente não acontece o tempo todo nem a toda a gente.





Fomos visitar o museu Larco, que resultou da colecção particular de Rafael Larco Herrera uma pessoa que dedicou a sua vida a coleccionar e a estudar as várias civilizações do Peru: Mochica, Nazca, Huari, Inca. Uma quantidade imensa de objectos, desenhos, jóias e até múmias como esta que desenhei. Não é que eles fossem pigmeus, acontece que eram enterrados em posição fetal.

Os Inca como principal imperialismo no Peru durou apenas cerca de100 anos, embora seja a civilização mais conhecida.

Foi bom terminarmos a viagem com esta visita, consolidou aquilo que fomos ouvindo ao longo destes dias.
 

 





 
Foram dias intensos, de levantar (muito) cedo, de querer absorver tudo na mente e nas páginas do caderno, de realizar um sonho de há muito tempo, de alguns momentos menos bons a contrariar a falta de oxigénio, mas no final uma viagem maravilhosa e enriquecedora que nunca irei esquecer: Good moments last forever!

domingo, 24 de julho de 2016

...em Lima, a jantar no Maido

 
No dia que fomos às linhas de Nazca, de volta a Lima apanhámos um engarrafamento brutal à entrada da cidade quase nos impediu de ir jantar ao Maido... Um restaurante japonês, 13º no ranking mundial.
 
Do tecto saem cordas suspensas, que bonito o efeito, que bem resulta na decoração! Uma americana (só podia ser...) ao meu lado meteu conversa quando me viu a desenhar...
 
 






Tudo maravilhoso, mas de destacar o bacalhau marinado em miso...! Fenomenal!


sexta-feira, 22 de julho de 2016

Dia 7, já que o dia 6 foi um dia que quase não existiu...



Dia 6

Saímos cedinho de Cusco, que  é uma cidade linda, tive pena de não ter passeado mais por ela!
Quase perdemos o comboio Andino, ( acho que teria sido o melhor...) que nos levou até Puno.
10 horas e meia, ok, pensei, vou aproveitar para dar cor em desenhos inacabados, escrever mais textos...qual quê! Enjoo, um suplício! Toda a gente a comer, a beber Piscos, e eu a querer que o tempo passasse depressa...Cheguei ao hotel fui directa para a cama, mas o mal de altura também me impedia de dormir.... Um dia para apagar do mapa...

Dia 7

Já em Puno acordei, que é como quem diz, levantei-me da cama bem cedo. Puno fica junto ao lago Titikaka, o mais alto lago navegável do mundo, a 3.810 de altitude. Puno ao longe é uma cidade castanha, as casas têm o tal estilo "inacabado"! O nosso hotel ficava mesmo junto ao lago.

Saímos 7:15 de barco, parámos primeiro numas ilhas onde vivem os Uros. São ilhas flutuantes feitas de uma espécie de blocos de raízes aos quais atam paus e cobrem de junco. São várias ilhas, todas juntas ou muito perto umas das outras, que eles vão reconstruindo. Dependendo da dimensão podem albergar mais ou menos famílias. São cerca de 90 pequenas ilhas, muitas delas encostadas umas às outras. Isto passa-se a 10 minutos de barco de terra, pelo que hoje em dia penso que funciona muito como atracção turística. Existe numa dela uma espécie de hotel onde se pode passar a noite.
Entramos numa das ilhas, sentamo-nos com as mulheres e as crianças, porque os homens estão geralmente na pesca, e mostram-nos o que têm para vender, é disso que sobrevivem. Estava uma miúda novinha a pescar peixinhos num buraquinho entre os juncos. Têm painéis solares, televisão, bebem a água do lago, mas não percebi bem como faziam para ir à casa de banho.

 

 
 
 





 
 

Ainda nas ilhas dos Uros os barcos de junco, onde também se podia dar um passeio pelo lago, e já rumo a Taquile, que fica no meio do lago a mais de uma hora de viagem, o nosso "motorista" de barco, o Juan, que era mesmo peruano típico. Tive que o desenhar, ele gostou!



Chegados a Taquile...


 

Em Taquile vivem em regime comunista, e do turismo que os visita. Subimos até à praça central, sempre devagar, a parar várias vezes, mas lá consegui chegar. Ao longo do caminho há muitas mulheres e crianças vestidas com trajes típicos a vender panos, fitinhas, bonecos em crochet, etc.
Na praça central muitos turistas, encontrei um casal com uma filha, que tinham sido nossos companheiros de viagem do dia anterior. Tinha-os achado muito simpáticos, mas nem tinha conseguido falar com eles! Vim a saber que eram da Nova Zelândia, tinham vindo encontrar-se com a filha que está durante três anos na Bolívia a tratar de macacos bébés! 
Na Igreja estava a decorrer a missa, entrei e observei as pessoas. Eram só mulheres de manto na cabeça, pareciam personagens saídas de um filme de há 100 anos!
Já cá fora, enquanto eu desenhava, sentou-se ao meu lado uma menina muito querida, a falar comigo, a dizer que também gostava de desenhar. Tinha pulseirinhas para vender, comprei-lhe algumas e no final tirei-lhe uma foto.

 
 
 

Descemos um pouco na direcção oposta, parámos num local onde umas mesas compridas cobertas com os tecidos típicos coloridos e toldos nos esperavam com vista em frente ao lago para almoçar. Uma sopa de lentilhas e uma truta que estavam óptimas! As montanhas ao fundo já pertencem à Bolívia. Que calma, que vista linda, apetecia ficar ali!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
De volta ao barco e rumo à cidade, ao lado do motorista. Muito gira a sensação de navegar àquela altitude! Às tantas ele sacou de um saco de plástico cheio de folhas de coca, perguntou se eu queria, eu disse que sim, e lá fomos os dois a mastigar coca até chegar a terra!
Mastigar folhas de coca dá energia e reduz o mal de altura.

Era assim a decoração interior do nosso barco:
 
 
 

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Peru dia 5, Machu Picchu



5:30 da manhã já havia uma fila enorme para subir no bus até Machu Picchu! Que excitação! Pequenos autocarros de cor verde sobem aquela estrada sinuosa e estreita, numa dança constante. Há muitos locais onde não se conseguem cruzar, mas já estão tão habituados que praticamente nem param. Eu nem conseguia olhar para baixo!




Entramos em Machu Picchu, a 2.400 metros de altitude, começamos a subir até ao local da vista clássica, a casa do guarda.




Os raios do sol a acabar de nascer ainda estavam quase horizontais ao passar por cima do monte Huayna Picchu, que significa montanha jovem. Foi um momento indescritível!



Toda a gente a tirar fotos, a filmar, mas eu tinha que desenhar. Até fiquei nervosa com tanta responsabilidade!

A escala das montanhas que descem abruptamente até aos vales, os verdes, as cores, a luz, são únicas. E eu a saborear aquelas sensações, a querer que não acabassem, que coubessem todas no meu caderno...

Machu Picchu foi, ao lado de Cusco, um dos mais importantes centros urbanos da civilização "Inca" (filho do Sol), que era o nome que se dava ao soberano que reinava sobre o povo quíchua. Aí existiam templos, calendários solares e diversas outras construções de pedra e adobe, zonas agrícolas e zonas de armazenamento, habitações dos vários estratos sociais. Supostamente o sacerdote vivia no topo do Huayna Picchu e todos os dias celebrava o nascer do sol.

Por muito tempo Machu Picchu foi considerada a "cidade perdida dos Incas", pois até 1911 não se sabia com precisão a sua localização. Sabia-se que estava no circuito do chamado "caminho Inca", isto é, um caminho pavimentado que ligava todo o império por cerca de 40 mil quilómetros. A descoberta e divulgação só ocorreu como já referi em 1911, com a expedição do arqueólogo americano Hiram Bingham.
 






 
 
 
O guia indicou-nos o último troço do caminho Inca, que se avistava a subir ainda mais a montanha, até a um ponto chamado Puerta del Sol. Esse era o local onde os caminhantes vindos de Cusco e de outros lugares avistavam pela primeira vez a cidade.

Hoje em dia pode fazer-se uma parte do caminho Inca, até Machu Picchu com guias, demorando o percurso 4 dias, com acampamento previsto para a noite. É um caminho empedrado, com zonas de escadas, através das montanhas, e bastante duro de fazer. Gostava muito de o fazer um dia, gostava...

A altitude de 2.666 cansa mais, levei uma hora até à Puerta del Sol, com muitas paragens e um valente escaldão porque o sol na montanha é muito forte! Mais um desenho lá do cimo, pois concerteza não será fácil voltar cá tão cedo!
 
 





 
 
E como a descer todos os santos ajudam, a descida foi melhor, mas mesmo assim é preciso ter muito cuidado porque as pedras são muito irregulares.

Visitámos todas as zonas do que eles chamam de santuário, e que foi no seu tempo uma cidade muito activa. A população morreu toda vitimada pela sífilis, trazida pelos espanhóis.

Descobrimos que também se pode subir a Wayne Picchu, mas disso eu já não era capaz...

Neste último desenho vê-se à esquerda uma casa, que é por onde entramos em Machu Picchu, e mais acima a famosa casa do guarda.

Não apetece ir embora, mas tem que ser...


 
 
Regressámos a Águas Calientes e de seguida a Ollantaytambo no mesmo comboio onde já tinhamos vindo no dia anterior.

Em Ollantaytambo, esperáva-nos um carro para regressarmos a Cusco.

Com o chocalhar da viagem e o regresso aos 3.000 e muito metros, lá fiquei de novo enjoada que nem um peru! Nem consegui sair à noite! Queria tanto ter ido jantar ao Cicciolina!