segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Sexta-feira, início de fim de semana
Sexta -feira à tarde no Grande Hotel do Porto, na Rua de Santa Catarina, em plena Baixa da cidade. Uma grande azáfama na rua, como sempre, vendedores, pedintes, turistas, muitas pessoas, aquela mistura de pessoas que só no Porto podemos encontrar.
Lá dentro a calma, as memórias de outros tempos. E alguns detalhes. Sem ordem, sem compromisso, sem nenhuma razão para os desenhar a não ser pelo facto de estarem lá.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
no restaurante Viva Lisboa
Os brasileiro têm uma expressão muito engraçada que responde ao que está escrito no preâmbulo da ementa, neste restaurante que fomos conhecer: "é tudo da boca p'ra fora"!
Pois é muito bonito o blá, blá, mas é preciso que quando a comida entra "da boca p'ra dentro", esteja tudo ao nível das expectativas criadas! E mais não digo!
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
debaixo da ponte
Irresistível este enquadramento por baixo da ponte 25 de Abril, no museu da Carris em Alcântara.
Um autocarro voador, ou quase, por cima do contentor, graffitis, velhos armazéns. Um mix que me ajudou a passar um tempo que seria apenas de espera, num fim da tarde de sexta-feira!
terça-feira, 28 de outubro de 2014
O restaurante Aviz
Jantar no Aviz é fazer uma viagem no tempo. Outrora instalado num Palacete nas Picoas, desenhado por Ventura Terra, no Hotel com o mesmo nome, foi símbolo da Lisboa romântica dos anos 40. Acolheu reis, artistas de cinema, grandes escritores e espiões que não dispensavam o seu conforto. O sr. Gulbenkian, Mascello Mastroianni, Frank Sinatra, Ava Gardner, Eva Péron ou Maria Callas, para já não falar na nossa Amália, eram presença frequente.
Foi considerado pela revista Life, em 1950, o hotel mais sumptuoso do mundo.
Desde há vários anos em nova morada, junto ao Marquês do Pombal, mas com todos os símbolos do passado ainda presentes nos talheres Christofle, nos rechauds, na louça, nos copos: a fénix, pássaro da mitologia grega que morria e depois renascia das suas próprias cinzas. Será essa a sua fórmula secreta de longevidade?
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
no concerto
Grande auditório da Gulbenkian. O cenário de fundo é o jardim, iluminado, a chuva começa a cair.
Na primeira parte do concerto, a voz do barítono Christopher Purves e o som da orquestra inundam a sala.
Na segunda parte, o Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky.
Um grande concerto, uma noite muito bem passada! Adorei!
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
um jantar sem história
Um grupo janta e conversa animadamente. Tento perceber quem vai com quem, não entendo. Gosto de os ver divertidos, dão colorido a este jantar monocromático de sabores, de emoções. O saké é o meu centro. Porquê? Não sei, não interessa. Preciso sempre de me centrar, de ter uma âncora. Já não sinto os sabores dos sushi, sashimis, desliguei-me. Só vejo. Formas, cores. Essas, misturo-as na minha paleta. Bebo mais um golo, o sabor reconforta-me. Aproxima-se a hora do cinema, vou levantar âncora. - tenho de ir.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Desenho Cru
Há vários meses que não tinha oportunidade de participar numa sessão de Desenho Cru.
Nesta primeira segunda-feira do mês, apesar de um fim-de-semana Zen, não foi o dia em que eu estava mais descontraída para saborear o momento.
Depois de uma manhã de correria, fui a Sines para entregar umas Telas Finais, o que é sempre uma aventura! Saí da Câmara de Sines para Cascais, para a aula de escrita criativa. Depois directa para o Cru, onde cheguei um pouco antes de começar. Confesso que estava um bocadinho cansada!
Mas mesmo assim gostei das mini pizzas que comi no início, gostei do Malenga, da música que ele cantava, do facto de estar parado!
Não atinei com a bailarina/professora de yoga: não gostei das poses, não parava um segundo, não fiz nada de jeito...
Foi bom rever a grande organizadora Sara e mais alguns amigos! Para a próxima será melhor, espero!
terça-feira, 14 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
o Om é o som do Infinito...
...foi a vibração, o movimento, que engendrou os primeiros ritmos no Cosmos.
Retiro de Yoga - Casal do Frade, 4 Outubro 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Encontro de Urban Sketchers
No passado sábado houve por todo o país encontros de Urban Sketchers sob o Tema (A)RISCAR O PATRIMÓNIO.
Lisboa, Évora, Tomar, Torres Vedras, Ponta Delgada, foram algumas das cidades onde se reuniram pessoas para desenhar. E mais importante do que desenhar, para conviver, pois já somos uma grande família que gosta muito de se juntar!
Eu fiquei por Lisboa, embora me tivesse apetecido variar e ir até Évora ou até Tomar.
O encontro foi no Largo do Carmo, onde o Eduardo Salavisa deu indicações de horas para o encontro de fim de tarde, o elevador da Glória, na Avenida da Liberdade.
Comecei por desenhar o Chafariz do Carmo, que me pareceu muito maior do que sempre. Eu que já passei centenas de vezes naquele largo, nunca lhe tinha dado atenção, nem sabia que era um chafariz. Era uma coisa em pedra lá no meio... Impressionante como podemos não ver o que está à nossa frente! Uma das coisas boas de desenhar é isto, fazer com que vejamos cada vez melhor o que nos rodeia, aguçar a nossa curiosidade.
Depois com a Manuela e a Emília fomos até ao Largo Trindade Coelho, ao qual eu sempre chamei Largo da Misericórdia...
Dois desenhos não muito inspirados...
Como já passava da hora do encontro final, e supostamente o grupo iria ainda até ao Largo de São Domingos, cortámos caminho e fomos directamente para São Domingos. Começou a chuviscar e a Igreja foi o nosso refúgio. Estava a decorrer o terço, que estava a ser rezado por um rapaz com uma T-shirt com riscas na manga, que falou qualquer coisa como: -No meu trabalho...Não me pareceu ser padre!
Aos som das avé-marias e dos Pai-nossos, fui desenhando a Santa Justa, que é uma Santa que faz muita falta na nossa vida...
De novo lá fora no largo, na esplanada do café debaixo dos toldos porque continuava a chover, a converseta e os desenhos continuaram, eu a copiar a vista que a Emília tinha escolhido...
E assim se passou (demasiado rápido...) uma óptima tarde com os amigos!
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Falling leaves turn to gold...
"This is the turning of the year! The final scene before the curtain falls..."
Assim começava o álbum Seasons, dos Magna Carta, que eu ouvi vezes sem conta, nos anos 70...
https://www.youtube.com/watch?v=DdJngJgljSk
Sábado de manhã nos jardins da Gulbenkian. Quando comecei a abordagem que nos foi proposta pelo Mário Linhares no workshop do equinócio de Outono, esta música veio-me à memória e não me largou mais. Desenhar uma "clareira" de céu, pegar em folhas e torná-las carimbos que iriam dar sentido à composição, era o nosso objectivo. Gostei muito de estar a desenhar e a conviver com os amigos, tive pena de não poder ficar durante a tarde... Prometi ao jardim que iria voltar!
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
em Braga
Em Braga, depois de almoço, num dia de muito calor e com pouco tempo para desenhar!
A Igreja de Santa Cruz à minha frente, e a rua do Anjo que me convidava a um passeio para descobrir onde ela me levava. Bebi mais um café para me dar energia, que não teve grandes resultados...
Comecei o desenho pela mancha (ocre, mas é preciso imaginá-la porque o scanner não a captou...), depois a linha. E eram horas de ir para o Porto para uma reunião... Que alívio o ar condicionado do carro nestes momentos!
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Costa da Caparica
Domingo de manhã na Costa da Caparica. Enquanto uns fazem jogging (o meu marido), eu fui até ao centro da Costa da Caparica. Primeiro entrei na praça onde encontrei a Zeta. Dois dedos de conversa com ela e com a peixeira que queria que eu comprasse tudo e mais alguma coisa. Expliquei-lhe que bem queria mas não podia ser porque ainda ia almoçar e depois ia visitar o meu pai ao hospital. Fiquei com pena de não comprar o ligueirão (ou lingueirão?), que adoro! Era dia de mercado de antiguidades, no largo havia muitos vendedores e passeantes ou compradores, como eu, que já tinha feirado uma revista a preto e preto com a mesma data do dia em que eu nasci!
Procurei um lugar no chafariz, mas ou estavam molhados ou ocupados por velhotes que procuravam a sombra para descansar. Lá me instalei, num banco, e comecei calmamente a desenhar, tinha tempo! Sentou-se uma senhora ao meu lado, começámos a conversar, fui sabendo a história da vida dela. Depois um senhor, que meteu conversa com as duas, e que às tantas já pedia um beijinho à minha companheira de banco! Depois um velhote sentou-se num local em que me tapava a vista, e perguntou: Incomodo? Ao que eu respondi: Sim... E ele lá se levantou, contrariado, e foi embora! Depois outra senhora sentou-se ao meu lado direito. Morava nos Olivais e vinha de autocarro até à Costa ter com uma amiga. -Ah, somos vizinhas, disse-lhe eu! Entretanto já eram horas de ir almoçar ao Carolina de Aires (há quantos anos que lá não ia...), para a seguir ir ter com o meu pai!
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
a jantar no Porto Santa Maria
Início de fim-de-semana. Porto Santa Maria, no Guincho. Uma vista linda para o pôr do sol. Um óptimo jantar, um péssimo desenho... antes assim que ao contrário???
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Porto Covo
Este foi o único desenho que fiz durante os dias de férias em Porto Covo. Depois de almoçar umas sardinhas assadas no Zé Inácio, ao ver o mar lindo e a ilha do Pessegueiro ao fundo, apeteceu-me... Estava a guardar-me para desenhar em Paraty, no Simpósio, mas acabei por ter que cancelar a minha viagem, infelizmente, não só por não ter ido mas também pelo que motivou a minha não ida. Mas há mais marés que marinheiros...
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
water reflections
Sábado comecei o dia na Praia da Torre, Carcavelos. Muita gente na praia logo às 9h da manhã. Fui-me deixando ficar pela esplanada, a observar o movimento de pessoas, as cores, o mar. Não me estava a apetecer desenhar, mas no final lá saiu qualquer coisa!
À tarde participei pela primeira vez num Speed Draw, encontro de sketchers organizado pelo Filipe Pinto e pela Manuela Rolão. Não é bom, é muito bom desenhar em grupo! Começámos no Cais do Ginjal, apanhei o Bosco quase a "atirar-se ao rio"!
Fomos até ao fundo do cais, até depois da zona dos restaurantes (muito giros!), subimos pelo elevador panorâmico, e fomos até à casa da Cerca. É LINDA a vista sobre Lisboa!
Mas não sei porquê deu-me para desenhar o que eu via em baixo, a zona do Olho de Boi, que fica na continuação do Ginjal!
Domingo voltei ao "local do crime"! Mas desta vez fiquei na esplanada ao cimo do dito elevador. Desenhei Lisboa, desde a zona do castelo até às docas, e também uma parte do cais do Ginjal. Conseguem ver-se as ruínas do edifício onde o meu pai trabalhou 40 anos, na Sociedade de Reparações de Navios!
Super agradável a hora que ali passei!
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
San Sebastian
Depois de Bilbao, San Sebastian.
À hora de jantar fomos para a zona antiga da cidade, com a Ana e o Adrià, o namorado catalão da minha filha. É hábito ir-se picando em vários bares. Começámos pelo Gambara onde não perco os mini-croissants com presunto e, além de outros petiscos, (desta vez não havia anchovas), o vinho branco típico da região, o txakoli. Começou a chover o que é muito vulgar em San Sebastian, mesmo em pleno Agosto, mas isso não fez ninguém arredar pé das ruas!.
Depois o Bordaberri, mais petiscos, e à meia-noite fomos ver o fogo artifício na Baía. Todas as noites havia fogo de artifício, uma espécie de concurso onde no final seria atribuído um 1º lugar.
Isto por ser a semana das festas em San Sebastian. Havia gente por todo o lado, concertos ao ar livre.
Assistimos o dia seguinte a uma festa na baía, a praia mais a poente que eles chamam "Concha", em que as pessoas estavam mascaradas de piratas, em jangadas feitas de tudo e mais alguma coisa, e iam remando até chegar à praia. Os espanhóis são realmente um povo muito alegre e fiel às tradições.
Day 4, (e último...)
Almoço em Getaria, vila piscatória a cerca de 25km de San Sebastian. Um bonito passeio, uma terra muito pitoresca, e um almoço no Elkano, um restaurante com peixe e mariscos excepcionais!
Ao jantar mais dois restaurantes para picar: Abakando, onde havia fundamentalmente mariscos, vieiras, mexilhões, lagostins, cozinhados e apresentados de uma forma muito elegante, e o Berdardina, num estilo de tapas mais clássicas. Ambos com uma decoração e um público moderno (aqui não vão turistas), comida muito boa e muito boa também a companhia!
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