quarta-feira, 2 de abril de 2014

Em Basileia, as flores



Baselworld é a nível mundial a mais importante feira do sector dos Relógios e das Jóias. Aconteceu durante a passada semana na cidade Suíça de Basileia.
Há muitos anos que a visito, tenho visto ao longo dos anos a evolução das marcas, dos produtos, da arquitectura dos stands. É uma feira cosmopolita, um momento de contacto com produtos de grande luxo, de grande beleza, com pessoas de todo o mundo. As flores são presença constante. Foquei-me nestes jarros numa breve pausa no meu trabalho.



segunda-feira, 24 de março de 2014

a almoçar no Zé Inácio


 
Não sei se ele se apercebeu que eu o estava a desenhar...
 


                                                                                                                                   Março 2014

sexta-feira, 21 de março de 2014

terça-feira, 18 de março de 2014

Na nossa cantina


Na nossa cantina, ou melhor, no Locanda, um restaurante italiano que fica perto do escritório e que frequentamos assiduamente. Domingo à hora do almoço, há mais tempo e calma para apreciar a comida e a companhia. Várias grupos de famílias, e sempre a mesma tentativa minha de adivinhar os parentescos. Às vezes é fácil, outras nem por isso... Enquanto isso vou desenhando, desta vez as pessoas. Aqui é menos complicado porque estão paradas e concentradas em tudo menos na minha pessoa.


 
 

sexta-feira, 14 de março de 2014

Umai e pincel novo

 
 

Feliz com o meu novo pincel espatulado! Com ele completei a aguarela no desenho das vieiras coradas com espuma de caril indiano, um dos pratos do Chef Paulo Morais, no Umai no Chiado. Deliciosas as vieiras e tudo o mais que provámos!

quarta-feira, 12 de março de 2014

Citrus Symphony II




Fortaleza do Guincho. Um jantar, uma sinfonia de sabores. Chef Vicent Farges, o maestro, os instrumentos os citrinos harmoniosamente associados a mil e um sabores, cores e formas, texturas.

Citrinos que crescem no Alentejo, no Lugar do Olhar Feliz, pela mão de um casal franco-canadiano, Ann e Jean-Paul Brigand. Há muitos anos a habitar no nosso país, para onde vieram, segundo eles, em busca de uma vida mais calma. Produzem cerca de 200 variedades de citrinos: Cimboa, yuzu, cédrat mão de buda, combava, nomes até à pouco desconhecidos dos Chefs de cozinha ocidentais.

Mas é como investigadores e colecionadores que gostam de ser vistos, o pomar para eles "é um laboratório de investigação". Posso dizer que gostei de fazer parte desta experiência!











                                                                                                                       Jan 2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

Perto e Longe


Um dos desafios propostos num Encontro de Urban Sketchers, era dar a noção de Perto e Longe.
Eis a minha abordagem. Duas espessuras de traço, duas cores, dois planos.





                                                                                                
                                                                                                             Lisboa, 14 Setembro 2013

quinta-feira, 6 de março de 2014

Auschwitz, um aviso para a Humanidade



Quase três horas de viagem de carro separam Lódz de Auschwitz, em polaco Oswiecim.
Às 10h30 começava a primeira visita do dia (com guia em inglês) a Auschwitz I, um dos três campos que fazem parte do Campo de concentração de Auschwitz.
Entramos pelo portão principal, emoldurado pela frase ARBEIT MACHT FREI, famosa pela má razão. Sentimos o seu peso. Visitamos os vários edifícios onde fotografias antigas, uma quantidade infinita de objectos de uso pessoal, óculos, sapatos, malas, roupas de criança, cabelo que era cortado depois de morrerem nas câmaras de gás, contam e ilustram o horror que já conhecemos mas que sentimos ainda mais ao nos ser descrito pela nossa guia, no local onde tudo isto aconteceu. Quando entramos numa das câmaras de gás pedem-nos silêncio.








Visitar a prisão dentro do Campo, ouvir as torturas que eram infligidas aos prisioneiros, foi também um momento que me impressionou. Desenhei as grades de uma cela. A beleza no horror.


Após duas horas de visita, um autocarro transporta-nos para Auschwitz II, Birkenau, o segundo Campo construído pelos Nazis nesta cidade polaca. É muito maior que o primeiro, as casas mais parecem estábulos. A visão das pessoas a chegar nos comboios é bem clara quando paramos na plataforma entre os carris, estação terminal dos milhares de prisioneiros de toda a Europa. Uma carruagem desse tempo, faz-nos imaginar como seria.






 

Auschwitz foi o maior Campo de concentração e extermínio Nazi. Entre 1940 e 1945 cerca de 1.300.000 pessoas, das quais 1.100.000 judeus, 140.000 polacos, 23.000 ciganos vindos de Roma, 15.000 prisioneiros de guerra russos e 25.000 de outras etnias.
Ao chegarem, 75% iam directamente para as câmaras de gás. Os que ficavam vivos eram registados, davam-lhes um número, deixavam de ter nome. Depois era a fome, os maus tratos e humilhações, os trabalhos forçados, o frio dos invernos rigorosos, as doenças. Eram feitos escravos, todos os direitos humanos básicos lhes eram negados, só estavam ali para morrer. Em Auschwitz as câmaras de gás chegaram a matar 10.000 pessoas por dia! É difícil entender como tudo isto foi possível.





Auschwitz não deixa ninguém indiferente, sei que me vai ficar gravado para sempre na memória.
No mausoléu dedicado às vítimas do holocausto pode ler-se:

FOR EVER LET THIS PLACE BE
A CRY OF DESPAIR
AND A WARNING TO HUMANITY
WHERE THE NAZIS MURDERED
ABOUT ONE AND A HALF MILLION
MEN, WOMEN AND CHILDREN
MAINLY JEWS
FROM VARIOUS COUNTRIES 
OF EUROPE
 
AUSCHWITZ  BIRKENAU
1940-1945

quarta-feira, 5 de março de 2014

ainda na Polónia


A comida polaca tem muitos pratos semelhantes aos da cozinha alemã. Também alguns restaurantes têm uma decoração que eu chamo de feminina, num estilo muito parecido com alguns do seu país vizinho. Foi o caso destes dois restaurantes onde estive nesta minha última viagem.



O restaurante Polka, de Magda Gessler, em Lódz. Escrevi só, ou melhor copiei letra a letra, em polaco, já não sei bem o que era... estufado de carne e couve, penso, dentro de um pão!
    






O restaurante Dobry Rok, em Czestochowa, no regresso do dia passado em Auschwitz e Cracóvia.
Desenhos a lápis aguarelável e aguarela.O prato de baixo é salmão grelhado com legumes, e o de cima uma sopa de cogumelos com massa folhada.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Krakow


Depois de visitar Auschwitz, uma breve passagem por Cracóvia, pela Praça do Mercado onde também se localiza a Catedral com duas torres diferentes, e pelo Portão de S. Floriano, que fazia parte da muralha medieval desta bonita cidade polaca.




domingo, 2 de março de 2014

Manufaktura


Em Lódz.
Manufaktura localiza-se em edifícios que faziam parte de um grande complexo industrial que ocupava cerca de 27 hectares, projectado pelo arquitecto Hilary Majewski em 1872 a pedido de Izrael Poznanski, grande industrial e produtor de tecidos em algodão.
Recentemente, cerca de 10 anos foram necessários para remodelar todo este complexo que abriu em 2006. Engloba além de um Centro Comercial, Cinema, Lojas, Restaurantes, Museus, uma ampla zona pedonal de lazer, e um Hotel, o Andel's Hotel, onde ficámos durante o fim-de-semana.
Visitei o Museu da antiga Fábrica onde é contada a história destes bonitos edifícios em tijolo.
Carimbos com padrões estilizados de tecidos que eram produzidos na época, em cima de uma mesa, esperavam para ser usados. Carimbei algumas folhas em branco do meu caderno, para servirem depois de base a novos desenhos.





Ainda no Museu, amostras de tecidos, teares antigos, alguns ainda a funcionar, e toda a História deste lugar. Usei caneta na cor do tijolo, achei que neste ambiente se impunha.




 
A entrada e a saída da Fábrica faziam-se por este  bonito portão, com um relógio na parte superior.






quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Pessoas na Polónia

 
 
 
Lódz ( lê-se "údch") é a uma cidade a pouco mais de 100km de Varsóvia, onde a minha filha mais nova esteve a fazer Erasmus durante o primeiro semestre, a terminar agora, do presente ano lectivo. Fomos jantar no dia da chegada, com a Catarina e a amiga, também de seu nome Catarina, numa grande cervejaria ao estilo alemão. Bebemos cerveja e comemos além de outros pratos, os típicos Pierogi, uma espécie de Raviolis recheados.
 
 
 
 

Penteados polacos...




Pensativo ou a dormitar?




No aeroporto em Varsóvia, já de regresso, uma peregrina a caminho de Fátima. Tinha um cartão ao pescoço a dizer Fátima e o nome dela, daí eu saber um pouco da história.  Fui mostrar-lhe o desenho, riu-se muito com a amiga que estava ao lado, e aí percebi que ela não falava nada de inglês...

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

on my way...

 
 


Tenho um novo caderno de tamanho pequeno para andar sempre comigo, pois é mais leve, dado que carrego sempre imensa coisa na minha mala. Nele passei a fazer o que eu chamo de "registos rápidos e descontraídos". Este é um dos primeiros que partilho...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

em San Sebastian, no Astelena milnovecentosnoventaysiete




É assim o nome do restaurante onde a minha filha Ana está a trabalhar desde Janeiro. Depois de fazer parte de um batalhão de pessoas na cozinha no Arzak, onde esteve durante um ano, ela faz agora parte de uma pequena equipa de apenas três pessoas, além do chef. O Astelena milvovecientosnoventaysiete situa-se na zona antiga de San Sebastian, onde existem muitos (e bons) bares de tapas. Fomos lá ver como era e gostámos, muito! Do Chef Ander Gonzalez, comida típica espanhola mas com uma apresentação moderna. Mais uma recomendação nesta bonita cidade basca!

 
 
 
 
 

 
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

outras coisas além de comida em San Sebastian

 
 
 
 
O Hotel Maria Cristina é dos clássicos de San Sebastian. Recentemente remodelado, com uma decoração muito bonita e confortável, um bom local para tomar uma bebida ao fim da tarde.
Mais um desenho de alguém sentado num cadeirão, numa pose que neste momento é talvez a mais usual: mexer no telemóvel!
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Azurmendi



De passagem por Bilbao, perto de uma localidade chamada Larrabezúa, e antes de seguir viagem até San Sebastian, fomos conhecer o restaurante Azurmendi. No cimo de uma estrada íngreme, um grande edifício em estrutura metálica e madeira, com um grande envidraçado, domina a paisagem. Somos recebidos e logo após convidados a dar um pequeno passeio no exterior para conhecer uma estufa onde crescem alguns dos legumes, frutas e até flores, usados na confecção dos pratos. Alguns deles são-nos dados a provar de uma forma original. De volta ao restaurante, uma cesta de pic-nic e um copo de vinho estão à nossa espera. Dentro dela, algumas surpresas. Visitamos de seguida a cozinha, um espaço amplo e moderno onde todos nos saúdam com um olá em uníssono, em língua basca. O Chef Eneko Atxa cumprimenta-nos com um grande sorriso. Mais surpresas comestíveis. É tempo de passar à sala de refeições, de onde se disfruta uma bonita e tranquila vista para o campo. Depois, uma sucessão de sabores, texturas e cores, sempre surpreendente. O serviço simpático e eficiente. Pedi ao Chef que me fizesse uma pequena dedicatória junto aos meus desenhos. Terminada a refeição, é chegada a hora de partir, sinto pena daquele momento acabar. Ficam na memória e também neste pequeno caderno, as memórias das sensações.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Azurmendi: Um restaurante, um grande Chef, uma experiência gastronómica inesquecível! 
 
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

New Chinese Year



Não na China, mas no Martim Moniz em Lisboa.

Passei de carro e achei giro fazer um desenho, apanhando a costa do castelo, os enfeites e o céu de Lisboa. Quando estava a chegar, ia tão distraída a olhar para o ar, a procurar o enquadramento, que não vi uma saliência no pavimento e, falando bem e depressa, espalhei-me ao comprido!
Tive logo ajudas para me levantar, nomeadamente um nepalês que ficou a conversar comigo enquanto eu estava de perna esticada. Mas felizmente recuperei rápido porque já eram horas de ir almoçar!

 

                                                                                                            2 de Fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Singapura, Day 8



Aproveitar o último dia o melhor possível, eis a questão!

Campong Glam e a Mesquita do Sultão, para começar.





Depois fui visitar o Marina Bay Sands, que é um enorme centro comercial por baixo do edifício com o mesmo nome onde já tinha estado a ver a vista.

Durante a tarde fui conhecer o Jardim Botânico, no interior do qual existe o Jardim das Orquídias, e ao mesmo tempo despedir-me da Nicole a da sua bébé Matilde. Achei muito bonito ver tantas variedades diferentes em cor, forma e tamanho, daquela flor.












E ao fim do dia, o regresso a Portugal. Bye bye Singapore, I hope seeing you soon!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Malaca, Day 7



Melaka

A partir de Singapura fomos conduzidos por um motorista muito simpático, nascido na Malásia, mas a viver há muitos anos naquela cidade, que é um país. Foi contando não só a História de Singapura e dos países desta zona, mas também falando sobre a situação política e económica.


Parámos numa estação de serviço onde existiam muitas pequenas lojas com bancas de fruta, muitas que nunca tinha visto, nas mais variadas formas, cores e paladares (ainda consegui provar algumas...)

Após duas horas e meia de caminho chegámos a Malaca, cidade que tinha muita curiosidade em conhecer.
Afonso de Albuquerque conquistou a cidade a 15 de Agosto de 1511, e os portugueses estiveram lá até 1641. Restam do Forte construído pelos portugueses a Porta de Santigo ( Kota Melaka), uma parte da igreja no cimo do monte, e ainda um canto do forte perto do mar.
É incrível como os portugueses chegaram tão longe dentro de "cascas de noz"!

Adorei estar a desenhar a porta, e depois dar uma volta pela Chinatown, com muitas lojinhas giras de antiguidades, uma outra de cerâmica com alunas a aprender.

Depois uma paragem no Geographér Café para beber uma cerveja Tiger. Aí vimos um casal de portugueses, mas como boa portuguesa que sou, não estabeleci nenhum diálogo...
Falta dizer que comi um pastel de nata durante o passeio!


No final da visita fizémos uma incursão pela zona dos portugueses. No exterior de uma das casas havia um pequeno altar com a Nossa Senhora de Fátima.