quinta-feira, 6 de março de 2014

Auschwitz, um aviso para a Humanidade



Quase três horas de viagem de carro separam Lódz de Auschwitz, em polaco Oswiecim.
Às 10h30 começava a primeira visita do dia (com guia em inglês) a Auschwitz I, um dos três campos que fazem parte do Campo de concentração de Auschwitz.
Entramos pelo portão principal, emoldurado pela frase ARBEIT MACHT FREI, famosa pela má razão. Sentimos o seu peso. Visitamos os vários edifícios onde fotografias antigas, uma quantidade infinita de objectos de uso pessoal, óculos, sapatos, malas, roupas de criança, cabelo que era cortado depois de morrerem nas câmaras de gás, contam e ilustram o horror que já conhecemos mas que sentimos ainda mais ao nos ser descrito pela nossa guia, no local onde tudo isto aconteceu. Quando entramos numa das câmaras de gás pedem-nos silêncio.








Visitar a prisão dentro do Campo, ouvir as torturas que eram infligidas aos prisioneiros, foi também um momento que me impressionou. Desenhei as grades de uma cela. A beleza no horror.


Após duas horas de visita, um autocarro transporta-nos para Auschwitz II, Birkenau, o segundo Campo construído pelos Nazis nesta cidade polaca. É muito maior que o primeiro, as casas mais parecem estábulos. A visão das pessoas a chegar nos comboios é bem clara quando paramos na plataforma entre os carris, estação terminal dos milhares de prisioneiros de toda a Europa. Uma carruagem desse tempo, faz-nos imaginar como seria.






 

Auschwitz foi o maior Campo de concentração e extermínio Nazi. Entre 1940 e 1945 cerca de 1.300.000 pessoas, das quais 1.100.000 judeus, 140.000 polacos, 23.000 ciganos vindos de Roma, 15.000 prisioneiros de guerra russos e 25.000 de outras etnias.
Ao chegarem, 75% iam directamente para as câmaras de gás. Os que ficavam vivos eram registados, davam-lhes um número, deixavam de ter nome. Depois era a fome, os maus tratos e humilhações, os trabalhos forçados, o frio dos invernos rigorosos, as doenças. Eram feitos escravos, todos os direitos humanos básicos lhes eram negados, só estavam ali para morrer. Em Auschwitz as câmaras de gás chegaram a matar 10.000 pessoas por dia! É difícil entender como tudo isto foi possível.





Auschwitz não deixa ninguém indiferente, sei que me vai ficar gravado para sempre na memória.
No mausoléu dedicado às vítimas do holocausto pode ler-se:

FOR EVER LET THIS PLACE BE
A CRY OF DESPAIR
AND A WARNING TO HUMANITY
WHERE THE NAZIS MURDERED
ABOUT ONE AND A HALF MILLION
MEN, WOMEN AND CHILDREN
MAINLY JEWS
FROM VARIOUS COUNTRIES 
OF EUROPE
 
AUSCHWITZ  BIRKENAU
1940-1945

quarta-feira, 5 de março de 2014

ainda na Polónia


A comida polaca tem muitos pratos semelhantes aos da cozinha alemã. Também alguns restaurantes têm uma decoração que eu chamo de feminina, num estilo muito parecido com alguns do seu país vizinho. Foi o caso destes dois restaurantes onde estive nesta minha última viagem.



O restaurante Polka, de Magda Gessler, em Lódz. Escrevi só, ou melhor copiei letra a letra, em polaco, já não sei bem o que era... estufado de carne e couve, penso, dentro de um pão!
    






O restaurante Dobry Rok, em Czestochowa, no regresso do dia passado em Auschwitz e Cracóvia.
Desenhos a lápis aguarelável e aguarela.O prato de baixo é salmão grelhado com legumes, e o de cima uma sopa de cogumelos com massa folhada.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Krakow


Depois de visitar Auschwitz, uma breve passagem por Cracóvia, pela Praça do Mercado onde também se localiza a Catedral com duas torres diferentes, e pelo Portão de S. Floriano, que fazia parte da muralha medieval desta bonita cidade polaca.




domingo, 2 de março de 2014

Manufaktura


Em Lódz.
Manufaktura localiza-se em edifícios que faziam parte de um grande complexo industrial que ocupava cerca de 27 hectares, projectado pelo arquitecto Hilary Majewski em 1872 a pedido de Izrael Poznanski, grande industrial e produtor de tecidos em algodão.
Recentemente, cerca de 10 anos foram necessários para remodelar todo este complexo que abriu em 2006. Engloba além de um Centro Comercial, Cinema, Lojas, Restaurantes, Museus, uma ampla zona pedonal de lazer, e um Hotel, o Andel's Hotel, onde ficámos durante o fim-de-semana.
Visitei o Museu da antiga Fábrica onde é contada a história destes bonitos edifícios em tijolo.
Carimbos com padrões estilizados de tecidos que eram produzidos na época, em cima de uma mesa, esperavam para ser usados. Carimbei algumas folhas em branco do meu caderno, para servirem depois de base a novos desenhos.





Ainda no Museu, amostras de tecidos, teares antigos, alguns ainda a funcionar, e toda a História deste lugar. Usei caneta na cor do tijolo, achei que neste ambiente se impunha.




 
A entrada e a saída da Fábrica faziam-se por este  bonito portão, com um relógio na parte superior.






quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Pessoas na Polónia

 
 
 
Lódz ( lê-se "údch") é a uma cidade a pouco mais de 100km de Varsóvia, onde a minha filha mais nova esteve a fazer Erasmus durante o primeiro semestre, a terminar agora, do presente ano lectivo. Fomos jantar no dia da chegada, com a Catarina e a amiga, também de seu nome Catarina, numa grande cervejaria ao estilo alemão. Bebemos cerveja e comemos além de outros pratos, os típicos Pierogi, uma espécie de Raviolis recheados.
 
 
 
 

Penteados polacos...




Pensativo ou a dormitar?




No aeroporto em Varsóvia, já de regresso, uma peregrina a caminho de Fátima. Tinha um cartão ao pescoço a dizer Fátima e o nome dela, daí eu saber um pouco da história.  Fui mostrar-lhe o desenho, riu-se muito com a amiga que estava ao lado, e aí percebi que ela não falava nada de inglês...

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

on my way...

 
 


Tenho um novo caderno de tamanho pequeno para andar sempre comigo, pois é mais leve, dado que carrego sempre imensa coisa na minha mala. Nele passei a fazer o que eu chamo de "registos rápidos e descontraídos". Este é um dos primeiros que partilho...

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

em San Sebastian, no Astelena milnovecentosnoventaysiete




É assim o nome do restaurante onde a minha filha Ana está a trabalhar desde Janeiro. Depois de fazer parte de um batalhão de pessoas na cozinha no Arzak, onde esteve durante um ano, ela faz agora parte de uma pequena equipa de apenas três pessoas, além do chef. O Astelena milvovecientosnoventaysiete situa-se na zona antiga de San Sebastian, onde existem muitos (e bons) bares de tapas. Fomos lá ver como era e gostámos, muito! Do Chef Ander Gonzalez, comida típica espanhola mas com uma apresentação moderna. Mais uma recomendação nesta bonita cidade basca!

 
 
 
 
 

 
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

outras coisas além de comida em San Sebastian

 
 
 
 
O Hotel Maria Cristina é dos clássicos de San Sebastian. Recentemente remodelado, com uma decoração muito bonita e confortável, um bom local para tomar uma bebida ao fim da tarde.
Mais um desenho de alguém sentado num cadeirão, numa pose que neste momento é talvez a mais usual: mexer no telemóvel!
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Azurmendi



De passagem por Bilbao, perto de uma localidade chamada Larrabezúa, e antes de seguir viagem até San Sebastian, fomos conhecer o restaurante Azurmendi. No cimo de uma estrada íngreme, um grande edifício em estrutura metálica e madeira, com um grande envidraçado, domina a paisagem. Somos recebidos e logo após convidados a dar um pequeno passeio no exterior para conhecer uma estufa onde crescem alguns dos legumes, frutas e até flores, usados na confecção dos pratos. Alguns deles são-nos dados a provar de uma forma original. De volta ao restaurante, uma cesta de pic-nic e um copo de vinho estão à nossa espera. Dentro dela, algumas surpresas. Visitamos de seguida a cozinha, um espaço amplo e moderno onde todos nos saúdam com um olá em uníssono, em língua basca. O Chef Eneko Atxa cumprimenta-nos com um grande sorriso. Mais surpresas comestíveis. É tempo de passar à sala de refeições, de onde se disfruta uma bonita e tranquila vista para o campo. Depois, uma sucessão de sabores, texturas e cores, sempre surpreendente. O serviço simpático e eficiente. Pedi ao Chef que me fizesse uma pequena dedicatória junto aos meus desenhos. Terminada a refeição, é chegada a hora de partir, sinto pena daquele momento acabar. Ficam na memória e também neste pequeno caderno, as memórias das sensações.



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Azurmendi: Um restaurante, um grande Chef, uma experiência gastronómica inesquecível! 
 
 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

New Chinese Year



Não na China, mas no Martim Moniz em Lisboa.

Passei de carro e achei giro fazer um desenho, apanhando a costa do castelo, os enfeites e o céu de Lisboa. Quando estava a chegar, ia tão distraída a olhar para o ar, a procurar o enquadramento, que não vi uma saliência no pavimento e, falando bem e depressa, espalhei-me ao comprido!
Tive logo ajudas para me levantar, nomeadamente um nepalês que ficou a conversar comigo enquanto eu estava de perna esticada. Mas felizmente recuperei rápido porque já eram horas de ir almoçar!

 

                                                                                                            2 de Fevereiro de 2014

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Singapura, Day 8



Aproveitar o último dia o melhor possível, eis a questão!

Campong Glam e a Mesquita do Sultão, para começar.





Depois fui visitar o Marina Bay Sands, que é um enorme centro comercial por baixo do edifício com o mesmo nome onde já tinha estado a ver a vista.

Durante a tarde fui conhecer o Jardim Botânico, no interior do qual existe o Jardim das Orquídias, e ao mesmo tempo despedir-me da Nicole a da sua bébé Matilde. Achei muito bonito ver tantas variedades diferentes em cor, forma e tamanho, daquela flor.












E ao fim do dia, o regresso a Portugal. Bye bye Singapore, I hope seeing you soon!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Malaca, Day 7



Melaka

A partir de Singapura fomos conduzidos por um motorista muito simpático, nascido na Malásia, mas a viver há muitos anos naquela cidade, que é um país. Foi contando não só a História de Singapura e dos países desta zona, mas também falando sobre a situação política e económica.


Parámos numa estação de serviço onde existiam muitas pequenas lojas com bancas de fruta, muitas que nunca tinha visto, nas mais variadas formas, cores e paladares (ainda consegui provar algumas...)

Após duas horas e meia de caminho chegámos a Malaca, cidade que tinha muita curiosidade em conhecer.
Afonso de Albuquerque conquistou a cidade a 15 de Agosto de 1511, e os portugueses estiveram lá até 1641. Restam do Forte construído pelos portugueses a Porta de Santigo ( Kota Melaka), uma parte da igreja no cimo do monte, e ainda um canto do forte perto do mar.
É incrível como os portugueses chegaram tão longe dentro de "cascas de noz"!

Adorei estar a desenhar a porta, e depois dar uma volta pela Chinatown, com muitas lojinhas giras de antiguidades, uma outra de cerâmica com alunas a aprender.

Depois uma paragem no Geographér Café para beber uma cerveja Tiger. Aí vimos um casal de portugueses, mas como boa portuguesa que sou, não estabeleci nenhum diálogo...
Falta dizer que comi um pastel de nata durante o passeio!


No final da visita fizémos uma incursão pela zona dos portugueses. No exterior de uma das casas havia um pequeno altar com a Nossa Senhora de Fátima.











sábado, 1 de fevereiro de 2014

Day 6, de regresso a Singapura



Back to Singapore

Um desenho de despedida na varanda do meu quarto, que ainda não disse mas que era muito giro. Comigo trouxe várias picadas de mosquitos para me recordar mais uns dias de Bali. Não sei porque é que os mosquitos gostam tanto de mim!





Em Singapura chegámos a tempo de jantar com amigos, a Nicole e o marido, que estão agora a viver em Singapura, num restaurante chinês muito bom.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Bali, Day 5




A ilha de Bali, cuja capital é Dempasar, é o principal destino turístico da Indonésia.

Começámos o passeio na ilha pelos terraços de arroz, e a caneta Hero começou a falhar...
Mas isso não constituiu problema, tenho sempre alternativas riscadoras...
 





Um Buda comprado numa oficina de objectos de madeira, esculpidos à mão. Escolhi este por significar PAZ, em madeira de crocodilo que tem como característica ser muito leve, e é originária desta ilha.
Por fora a árvore tem uns bicos que parecem a pele do crocodilo, penso que seja essa a razão do nome.





Ao almoço em Ubud, a toalha da mesa ...




Bali abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia, país que reconhece oficialmente seis religiões: islamismo, protestantismo, catolicismo, hinduísmo, budismo e confucionismo.
Uma visita obrigatória nesta ilha é a Holly Water Springs, Tirta Empul, em Tampak Siring, a fonte de água sagrada, que segundo eles tira as más influências do corpo e purifica a alma e a mente.
Muitas pessoas debaixo das fontes a receber a água por cima da cabeça, ou no peito, em atitude de meditação, mas muitos turistas também só para ver e tirar fotografias.

Desenhei o templo ao lado da fonte.





Mais um templo particular, ao lado de uma casa. Todas as casas têm templos, existem pequenos altares por todo o lado, onde eles estão sempre a pôr oferendas, muitas vezes flores.





Uma figura à entrada de outro templo em Ubud, com um pano enrolado, coisa que vi em várias figuras nos templos.





Ao fim da tarde tive duas horas para espreitar todas as lojinhas de Ubud, facto que aproveitei ao máximo. Depois jantar no Cinta, ambiente simpático, ao som dos Santana, e de todas as memórias que a música deles me traz.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Day 4, a caminho de Bali



Saímos de manhã muito cedo de Singapura. Após pouco mais de duas horas de voo, no aeroporto de Bali, um motorista do hotel esperava-nos.
O aeroporto fica a sul da ilha, junto às famosas praias de surfistas. Começámos a viagem rumo a norte e ao interior com sol e muito calor (húmido). Muitas motos, estradas muito estreitas, e a meio do caminho começou a chover torrencialmente. As estradas viraram rios, e para nós ainda era mais confuso pois o trânsito faz-se pela esquerda.
Chegamos ao nosso Resort , na montanha perto de Ubud, o Kupu Kupu Barong.
Recebem-nos com colares de flores amarelas, uma bebida e no quarto uma cesta com frutas.
Aquele local correspondia ao que eu imaginava, no meio da vegetação, as flores por todo o lado, com o barulho do rio a correr, os sorrisos das pessoas que nos acolhiam. Muito bonito!






Jantámos calmamente a olhar a bonita vista, era dia de aniversário do meu marido!


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Singapura, Day 3



O Paul e a Tia organizaram um encontro de sketchers para Sábado no qual eu também fui convidada a participar!
10:00 no Merlion Park, junto ao famoso Merlion na Marina Bay.
A estrear a minha "Hero pen", com a bonita vista da Marina Bay, e o Merlion a atrair os turistas que passam continuamente, tiram fotos.
O Merlion é uma mistura de "fish" e "lion", segundo consta, e um dos símbolos desta cidade.
Não muito confortável com a caneta, mas gostando de variar. Também a dificuldade em a aguarela secar por causa da humidade foi novidade para mim.






O segundo desenho foi feito junto à saída dos barcos de passeio na marina, a olhar o Marina Bay Sands.
Estava sentada a desenhar numa posição algo desconfortável, e o rapaz dos barcos veio ter comigo para me dar um banco para eu me sentar melhor. Que gentil! No final ofereci-lhe um dos mini azulejos que eu tinha trazido de Portugal para dar como lembranças. Ele agradeceu muito, e em conversa vim a saber que o avô era português.





Às 12:30 o grupo reuniu no Starbucks, partilhámos desenhos, fizémos fotos. São todos muito, muito simpáticos e gostei muito de ver todos os desenhos, com estilos bastante diferentes mas muito bons.
 
 



A seguir ao almoço mais um desenho, que incluiu o Francis Theo, pois estava na minha linha de visão. Pedi-lhe para me escrever o nome dele no desenho.
No dia seguinte pus no mural dele do FB e ele usou o desenho como foto de capa!






Seguimos depois para visitar o edificio para o qual eu tinha estado grande parte do dia a olhar, o Marina Bay Sands. Junto a ele umas "escamas", que eu via de longe, que são um enorme centro comercial.
O Marina Bay Sands é um hotel com a "infinity pool" mais famosa de Singapura, no cimo do edificio de mais de 50 andares.
Subimos até ao alto e a vista de 360º é fabulosa, mesmo com a chuvada de começou de repente. Esperámos um pouco e ela passou. Conseguimos ver a famosa piscina, cheia de pessoas mesmo com a chuva. Mais um desenho, só a caneta.






Next, passagem, só por fora, do National Museum of Singapore, e uma perspectiva algo distorcida...





Depois Little India, a zona dos indianos. Mercado, lojas, e restaurantes, numa área onde vemos obviamente muitos indianos.
Para jantar escolhemos o Muthu's Curry. Na mesa um tabuleiro com uma folha de bananeira, que descobri depois ser o prato. Nas mesas indianos a comer com a mão. Tiram das travessas com a mão,  pōem na folha de bananeira, misturam, vai à boca...

Também havia quem não comesse à mão, verdade seja dita.
Pedi a cabeça de peixe (mais para desenhar), segundo eles o prato emblemático deste restaurante.



segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Singapura, Day 2



Começámos o dia em Orchard Road, a grande rua de comércio de Singapura.

Paragon, Takashimaya, dois nomes de centros comerciais, onde existem todas as grandes marcas internacionais.
Impressinante uma relojoaria que tinha imensos turbilhōes na montra, e todos na hora certa.
E também uma joalharia com um colar de muitos, mas muitos milhões!

Almoço no Paragon, no Imperial Treasure Super Peking Duck Restaurant.

Não pedimos pato porque era muito para duas pessoas, mas tive pena...





Antes de vir para Singapura já tinha contactado a Tia Boon Sim, uma das "celebrity sketchers" que vive em Singapura, para saber se havia algum encontro durante a minha estadia. Entretanto vi também no FB que a Liz-Borromini Steel, australiana, também estaria por Singapura nos mesmos dias que eu. Entre mensagens FB e mail, combinei encontrar-me com a Liz e com o Paul Artsg  numa estação de metro. E assim foi!
Seguimos para ver uma exposição de Sketchers no Instituto Politécnico onde a Tia e o Paul dão aulas.
Muito gira a exposição e todos tão simpáticos! O Tony Chua, o Francis Theo, o Whee Teck Ong, entre outros.

A Tia mostrou-me a sua famosa Hero pen, a caneta de aparo com que ela desenha, e disse-me onde a podia comprar. Claro que quando saímos dali fomos directos à loja, chama-se Straits e segundo eles é a mais antiga de Singapura.
Um momento de sonho estar naquele lugar, ver tudo, e comprar alguma coisa também! Consegui um tubo de aguarela com a cor da pele, "Flesh tint" de uma marca que não conhecia, "Old Holland". E claro a caneta de aparo com a tinta própria, da mesma marca "Hero".
O dono da loja muito simpático, sempre a rir, disse-me que não devia usar tinta da china na caneta porque a estraga, coisa que eu não sabia. Saí feliz!






À noite jantei com o meu marido e com a Liz, perto do nosso hotel, numa zona com muitos restaurantes e muita animação, Riverside Point, numa esplanada em cima do rio.
A comida não foi o mais importante, a conversa, essa sim! A Liz é muito simpática, e adoro os desenhos dela! Estive a ver o caderno que ela tinha feito antes em Penang, lindos!
Ela é muito rápida a desenhar e a dar cor, estive a observar e fiz também o meu desenho, com cor e tudo.
Aprendi com ela uma regra que para ela é a numero um quando se desenha em grupo:

"We share but we don't compare"!