sábado, 1 de fevereiro de 2014
Day 6, de regresso a Singapura
Back to Singapore
Um desenho de despedida na varanda do meu quarto, que ainda não disse mas que era muito giro. Comigo trouxe várias picadas de mosquitos para me recordar mais uns dias de Bali. Não sei porque é que os mosquitos gostam tanto de mim!
Em Singapura chegámos a tempo de jantar com amigos, a Nicole e o marido, que estão agora a viver em Singapura, num restaurante chinês muito bom.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Bali, Day 5
A ilha de Bali, cuja capital é Dempasar, é o principal destino turístico da Indonésia.
Começámos o passeio na ilha pelos terraços de arroz, e a caneta Hero começou a falhar...
Mas isso não constituiu problema, tenho sempre alternativas riscadoras...

Um Buda comprado numa oficina de objectos de madeira, esculpidos à mão. Escolhi este por significar PAZ, em madeira de crocodilo que tem como característica ser muito leve, e é originária desta ilha.
Por fora a árvore tem uns bicos que parecem a pele do crocodilo, penso que seja essa a razão do nome.
Ao almoço em Ubud, a toalha da mesa ...
Bali abriga a quase totalidade da pequena população hindu da Indonésia, país que reconhece oficialmente seis religiões: islamismo, protestantismo, catolicismo, hinduísmo, budismo e confucionismo.
Uma visita obrigatória nesta ilha é a Holly Water Springs, Tirta Empul, em Tampak Siring, a fonte de água sagrada, que segundo eles tira as más influências do corpo e purifica a alma e a mente.
Muitas pessoas debaixo das fontes a receber a água por cima da cabeça, ou no peito, em atitude de meditação, mas muitos turistas também só para ver e tirar fotografias.
Desenhei o templo ao lado da fonte.
Mais um templo particular, ao lado de uma casa. Todas as casas têm templos, existem pequenos altares por todo o lado, onde eles estão sempre a pôr oferendas, muitas vezes flores.
Uma figura à entrada de outro templo em Ubud, com um pano enrolado, coisa que vi em várias figuras nos templos.
Ao fim da tarde tive duas horas para espreitar todas as lojinhas de Ubud, facto que aproveitei ao máximo. Depois jantar no Cinta, ambiente simpático, ao som dos Santana, e de todas as memórias que a música deles me traz.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Day 4, a caminho de Bali
Saímos de manhã muito cedo de Singapura. Após pouco mais de duas horas de voo, no aeroporto de Bali, um motorista do hotel esperava-nos.
O aeroporto fica a sul da ilha, junto às famosas praias de surfistas. Começámos a viagem rumo a norte e ao interior com sol e muito calor (húmido). Muitas motos, estradas muito estreitas, e a meio do caminho começou a chover torrencialmente. As estradas viraram rios, e para nós ainda era mais confuso pois o trânsito faz-se pela esquerda.
Chegamos ao nosso Resort , na montanha perto de Ubud, o Kupu Kupu Barong.
Recebem-nos com colares de flores amarelas, uma bebida e no quarto uma cesta com frutas.
Aquele local correspondia ao que eu imaginava, no meio da vegetação, as flores por todo o lado, com o barulho do rio a correr, os sorrisos das pessoas que nos acolhiam. Muito bonito!
Jantámos calmamente a olhar a bonita vista, era dia de aniversário do meu marido!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Singapura, Day 3
O Paul e a Tia organizaram um encontro de sketchers para Sábado no qual eu também fui convidada a participar!
10:00 no Merlion Park, junto ao famoso Merlion na Marina Bay.
A estrear a minha "Hero pen", com a bonita vista da Marina Bay, e o Merlion a atrair os turistas que passam continuamente, tiram fotos.
O Merlion é uma mistura de "fish" e "lion", segundo consta, e um dos símbolos desta cidade.
Não muito confortável com a caneta, mas gostando de variar. Também a dificuldade em a aguarela secar por causa da humidade foi novidade para mim.
O segundo desenho foi feito junto à saída dos barcos de passeio na marina, a olhar o Marina Bay Sands.
Estava sentada a desenhar numa posição algo desconfortável, e o rapaz dos barcos veio ter comigo para me dar um banco para eu me sentar melhor. Que gentil! No final ofereci-lhe um dos mini azulejos que eu tinha trazido de Portugal para dar como lembranças. Ele agradeceu muito, e em conversa vim a saber que o avô era português.
Às 12:30 o grupo reuniu no Starbucks, partilhámos desenhos, fizémos fotos. São todos muito, muito simpáticos e gostei muito de ver todos os desenhos, com estilos bastante diferentes mas muito bons.
A seguir ao almoço mais um desenho, que incluiu o Francis Theo, pois estava na minha linha de visão. Pedi-lhe para me escrever o nome dele no desenho.
No dia seguinte pus no mural dele do FB e ele usou o desenho como foto de capa!
Seguimos depois para visitar o edificio para o qual eu tinha estado grande parte do dia a olhar, o Marina Bay Sands. Junto a ele umas "escamas", que eu via de longe, que são um enorme centro comercial.
O Marina Bay Sands é um hotel com a "infinity pool" mais famosa de Singapura, no cimo do edificio de mais de 50 andares.
Subimos até ao alto e a vista de 360º é fabulosa, mesmo com a chuvada de começou de repente. Esperámos um pouco e ela passou. Conseguimos ver a famosa piscina, cheia de pessoas mesmo com a chuva. Mais um desenho, só a caneta.
Next, passagem, só por fora, do National Museum of Singapore, e uma perspectiva algo distorcida...
Depois Little India, a zona dos indianos. Mercado, lojas, e restaurantes, numa área onde vemos obviamente muitos indianos.
Para jantar escolhemos o Muthu's Curry. Na mesa um tabuleiro com uma folha de bananeira, que descobri depois ser o prato. Nas mesas indianos a comer com a mão. Tiram das travessas com a mão, pōem na folha de bananeira, misturam, vai à boca...
Também havia quem não comesse à mão, verdade seja dita.
Pedi a cabeça de peixe (mais para desenhar), segundo eles o prato emblemático deste restaurante.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Singapura, Day 2
Começámos o dia em Orchard Road, a grande rua de comércio de Singapura.
Paragon, Takashimaya, dois nomes de centros comerciais, onde existem todas as grandes marcas internacionais.
Impressinante uma relojoaria que tinha imensos turbilhōes na montra, e todos na hora certa.
E também uma joalharia com um colar de muitos, mas muitos milhões!
Almoço no Paragon, no Imperial Treasure Super Peking Duck Restaurant.
Não pedimos pato porque era muito para duas pessoas, mas tive pena...
Antes de vir para Singapura já tinha contactado a Tia Boon Sim, uma das "celebrity sketchers" que vive em Singapura, para saber se havia algum encontro durante a minha estadia. Entretanto vi também no FB que a Liz-Borromini Steel, australiana, também estaria por Singapura nos mesmos dias que eu. Entre mensagens FB e mail, combinei encontrar-me com a Liz e com o Paul Artsg numa estação de metro. E assim foi!
Seguimos para ver uma exposição de Sketchers no Instituto Politécnico onde a Tia e o Paul dão aulas.
Muito gira a exposição e todos tão simpáticos! O Tony Chua, o Francis Theo, o Whee Teck Ong, entre outros.
A Tia mostrou-me a sua famosa Hero pen, a caneta de aparo com que ela desenha, e disse-me onde a podia comprar. Claro que quando saímos dali fomos directos à loja, chama-se Straits e segundo eles é a mais antiga de Singapura.
Um momento de sonho estar naquele lugar, ver tudo, e comprar alguma coisa também! Consegui um tubo de aguarela com a cor da pele, "Flesh tint" de uma marca que não conhecia, "Old Holland". E claro a caneta de aparo com a tinta própria, da mesma marca "Hero".
O dono da loja muito simpático, sempre a rir, disse-me que não devia usar tinta da china na caneta porque a estraga, coisa que eu não sabia. Saí feliz!
À noite jantei com o meu marido e com a Liz, perto do nosso hotel, numa zona com muitos restaurantes e muita animação, Riverside Point, numa esplanada em cima do rio.
A comida não foi o mais importante, a conversa, essa sim! A Liz é muito simpática, e adoro os desenhos dela! Estive a ver o caderno que ela tinha feito antes em Penang, lindos!
Ela é muito rápida a desenhar e a dar cor, estive a observar e fiz também o meu desenho, com cor e tudo.
Aprendi com ela uma regra que para ela é a numero um quando se desenha em grupo:
"We share but we don't compare"!
domingo, 26 de janeiro de 2014
Singapura, Day 1
A viagem começou a 1 de Janeiro, que considerei como Day 0.
Três horas de voo até Frankfurt e depois doze horas até Singapura, onde chegámos a meio da tarde de dia 2.
Um Xanax ajudou a dormir e descansar durante o longo voo. Ainda vi um filme, o "Nothing Hill".
Oito horas de diferença da hora portuguesa. Calor e humidade, e um céu enevoado. É a época das chuvas.
Depois de uma volta rápida em Chinatown, um óptimo jantar e cama, para pôr o sono em dia!
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
A Rota do Azulejo
O Brilho das Cidades. A Rota do Azulejo.
Uma exposição a não perder na Fundação Calouste Gulbenkian, que vai estar patente até dia 21 deste mês de Janeiro.
Gostei da delicadeza e das cores deste desenho, A Virgem e o Menino.
Como não se podia fotografar, desenhei...
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
o meu Mapa de Roma
Faço parte de um grupo no Facebook, o Sketching Workshop. Recentemente alguém teve a idéia de fazer um mapa de uma cidade, em que cada um faria a sua parte, sem quaisquer condicionamentos. A escolha recaiu sobre Roma, e acima está a minha interpretação da área que me foi atribuída.
Chamei-lhe "My path in Rome", pois nele assinalei um caminho que fiz no ano passado, durante o encontro "O Espiritual no Desenho". Reproduzi também o desenho que nessa altura fiz do Castel Sant'Angelo. Foi um dia que me ficou na memória, por isso tentei colocar essas impressões neste pequeno quadrado: as cores, o serpentear do rio, as pontes.
Depois o resultado final, com a colaboração de 25 artistas, como eles dizem! Gostei!
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
no Conservatório Nacional
O CONSERVATÓRIO SAI À RUA - Take 2.
Foi o nome deste evento que teve lugar no Conservatório Nacional, em Lisboa.
Das 10h da manhã até às 20h da tarde, alunos, antigos alunos, professores, actuaram continuamente. A Manuela Rolão organizou um encontro neste local com os Urban Sketchers.
Só pude participar durante a manhã, tive pena de não ter ficado até ao fim.
Muito bonito, que prazer foi desenhar junto de amigos, ao som de boa música, e de um bonito cenário.
O grupo "Downtown"
O desenho que doei ao Conservatório
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Claro!
Desta vez desenhei a comida "no ar", ou seja, sem pratos por baixo, para variar. Falhou o nome da sobremesa, que era à base de ovos, tipo doce conventual.
Uma bonita vista em frente ao Bugio, boa companhia, boa comida, e um bom vinho a acompanhar, pois claro!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
deambulando por Évora
Domingo de manhã, tempo frio mas com sol. Procurei um enquadramento antes de me sentar na esplanada em frente ao templo. Pedi uma água. Os amarelos/ocres desta bonita cidade deram o mote. O outono visível nas folhas das árvores não podia ser mais bonito. Muitos espanhóis em grupos a passear, alguns espreitaram o meu caderno, vários comentaram de uma forma simpática! E o tempo passou rápido, esperava-me um almoço bem alentejano!
O Templo de Diana, um pouco de História:
Embora o templo romano de Évora seja frequentemente
chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça
originou-se de uma lenda criada no século XVII.1 Na realidade, o templo
foi provavelmente construído em homenagem ao imperador Augusto, que era
venerado como um deus durante e após seu reinado.
O templo foi construído no
século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias
Iulia - e modificado nos séculos II e III.
Évora foi invadida pelos povos
germânicos no século V, e foi nesta época em que o templo foi destruído; hoje
em dia, suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.
As ruínas do templo foram incorporadas a uma torre do
Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves
continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo
(transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta
utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior
destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram
removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano
Giuseppe Cinatti.
Depois de almoço no Luar de Janeiro, mais um desenho, desta vez no Largo Luís de Camões. Gostei da interligação do aqueduto com a cidade, presente em toda esta zona antiga. Interessante também nalguns locais a existência de casas que foram construídas por baixo dos arcos. Vale a pena passear e descobrir recantos e perspectivas nesta bonita cidade!
domingo, 29 de dezembro de 2013
em Évora, na Igreja de Santo Antão
A Igreja de Santo Antão ou Igreja Paroquial de Santo
Antão situa-se na Praça de Giraldo.
Foi mandada construir pelo Cardeal D.Henrique, Arcebispo
de Évora, no lugar onde se erguia a medieval Ermida de Santo Antoninho. Para a
sua construção demoliu-se o Arco do Triunfo romano.
Começou a ser construída em 1557, sendo um
exemplar do período final da Renascença, de três naves, apresentando as
características das chamadas igrejas-salão. Apresenta um considerável conjunto
de altares de talha dourada.
A imagem de Nossa Senhora de
Fátima chamou-me a atenção pelas suavidade dos azuis, rosas e dourados
das talhas que a envolvem.
Voltei no dia seguinte para melhorar o desenho, e no
final quis tirar uma fotografia. Estava com alguma dificuldade, o iPad numa mão
e o caderno noutra, não conseguia carregar no ícon para disparar! Ainda tentei
com o nariz mas não dava! Tive que ir pedir ajuda às senhoras que estavam a
tomar conta da igreja. Gostava de ter também fotografado a cena: uma agarrava
no iPad, eu no caderno e a outra disparava! Um momento único, posso assegurar!
sábado, 28 de dezembro de 2013
em Évora, durante o almoço
Continuando pelo Encontro em Évora, durante o almoço no Piparoza ( com z, não com s como eu escrevi no
desenho...)
Depois da apresentação do Nuno Matos Silva, fomos à
procura de um local para almoçar, facto que não se revelou nada fácil. Finalmente
encontrámos um restaurante que só tinha mesa na rua, o que acabou por ser bom
porque nos permitiu desenhar a bonita cidade.
Eu, Estela, Elsa, Rosário, Carmo, Margarida, e a Ana.
A Ana, que vinha carregada com as Ecolines e pauzinhos
para desenhar, foi a nossa orientadora. Tinha feito recentemente um workshop com o
Richard Camara, e foi nessa base que estivemos a desenhar. De tal maneira era o
nosso estendal em cima da mesa, que não havia lugar para colocar a comida! Comemos bem, bebemos melhor e divertimo-nos à
grande!
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
almoço do dia de Natal
Já é tradição fazermos o almoço do dia de Natal com os nossos amigos Sepúlveda, num restaurante chinês, pois são quase os únicos abertos nesse dia. O Hong Kong Grande Palácio fica numa transversal da Almirante Reis, perto da Portugália, e é um dos melhores restaurantes chineses de Lisboa.
Do lado dos Sepúlveda temos a Rosário, o Nuno, a Teresa e a Maria. Do meu lado, dos Moura, a Kika, a Ana, a Clara, o André que é o meu genro, e o António Moura. Eu sou a do caderno, só se vêem os dedos...
Avisei que não me dissessem no final que as pessoas não estavam parecidas, que isso me irritava, que o desenho valia pelo momento, mas ninguém me obedeceu...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
em Évora, a Sé
Domingo, 10h da manhã.
Sé de Évora, início de mais um encontro de Urban Sketchers, em conjunto com os alunos de arquitectura do Instituto Superior Técnico. Nuno Matos Silva a liderar, e a incutir o gosto pela observação, o entendimento da História, dos estilos, a sua evolução, e também o gosto de registar em cadernos o que vemos.
A Basílica Sé da Nossa Senhora da Assunção, ou simplesmente Sé de Évora, data de 1250. É um monumento onde existe a transição do estilo românico para o estilo gótico, e que foi recebendo ao longo dos tempos elementos de outros estilos de arquitectura.
A meio da nave central, existe este altar em talha barroca com a imagem de Nossa Senhora do Anjo, chamada também Nossa Senhora do Ó. Em mármore policromado, possui uma grande beleza e a particularidade de ser uma das poucas representações de uma Nossa Senhora grávida, a acariciar o ventre. Em frente dela o Anjo Gabriel, representando a Anunciação.
Uma foto que o meu amigo César Caldeira me tirou e que eu lhe roubei...
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
Paço d'Arcos
Na incapacidade tecnológica de juntar estas duas páginas que correspondem a uma página dupla do meu caderno, fica uma de cada vez, o que também me pareceu interessante, pois acho que cada uma delas é capaz de sobreviver, e bem, sozinha. E porque se diz que mais vale só que mal acompanhado, esta é uma forma de contrariar o ditado, e provar que se pode estar bem das duas maneiras. Desde que bem acompanhado, claro!
P.S. Eu também não estava sozinha, e a seguir a um almoço na Casa da Dízima, mesmo em frente deste edifício, a minha companhia teve a paciência de esperar enquanto eu fazia este desenho...
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
de passagem pelo Mosteiro de Alcobaça
No mesmo domingo da onda da Nazaré (sem onda), uma passagem rápida por Alcobaça, com tempo apenas para um desenho deste bonito Mosteiro. Podia ter dado cor, mas preferi manter assim mais simples, até porque gosto muito de desenhos só a caneta preta. Também posso acrescentar que havia muito mais pessoas do que aquelas que desenhei, mas não tive mesmo hipótese de riscar mais nada!
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
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