segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Singapura, Day 2



Começámos o dia em Orchard Road, a grande rua de comércio de Singapura.

Paragon, Takashimaya, dois nomes de centros comerciais, onde existem todas as grandes marcas internacionais.
Impressinante uma relojoaria que tinha imensos turbilhōes na montra, e todos na hora certa.
E também uma joalharia com um colar de muitos, mas muitos milhões!

Almoço no Paragon, no Imperial Treasure Super Peking Duck Restaurant.

Não pedimos pato porque era muito para duas pessoas, mas tive pena...





Antes de vir para Singapura já tinha contactado a Tia Boon Sim, uma das "celebrity sketchers" que vive em Singapura, para saber se havia algum encontro durante a minha estadia. Entretanto vi também no FB que a Liz-Borromini Steel, australiana, também estaria por Singapura nos mesmos dias que eu. Entre mensagens FB e mail, combinei encontrar-me com a Liz e com o Paul Artsg  numa estação de metro. E assim foi!
Seguimos para ver uma exposição de Sketchers no Instituto Politécnico onde a Tia e o Paul dão aulas.
Muito gira a exposição e todos tão simpáticos! O Tony Chua, o Francis Theo, o Whee Teck Ong, entre outros.

A Tia mostrou-me a sua famosa Hero pen, a caneta de aparo com que ela desenha, e disse-me onde a podia comprar. Claro que quando saímos dali fomos directos à loja, chama-se Straits e segundo eles é a mais antiga de Singapura.
Um momento de sonho estar naquele lugar, ver tudo, e comprar alguma coisa também! Consegui um tubo de aguarela com a cor da pele, "Flesh tint" de uma marca que não conhecia, "Old Holland". E claro a caneta de aparo com a tinta própria, da mesma marca "Hero".
O dono da loja muito simpático, sempre a rir, disse-me que não devia usar tinta da china na caneta porque a estraga, coisa que eu não sabia. Saí feliz!






À noite jantei com o meu marido e com a Liz, perto do nosso hotel, numa zona com muitos restaurantes e muita animação, Riverside Point, numa esplanada em cima do rio.
A comida não foi o mais importante, a conversa, essa sim! A Liz é muito simpática, e adoro os desenhos dela! Estive a ver o caderno que ela tinha feito antes em Penang, lindos!
Ela é muito rápida a desenhar e a dar cor, estive a observar e fiz também o meu desenho, com cor e tudo.
Aprendi com ela uma regra que para ela é a numero um quando se desenha em grupo:

"We share but we don't compare"!



domingo, 26 de janeiro de 2014

Singapura, Day 1

 
 
 


A viagem começou a 1 de Janeiro, que considerei como Day 0.
Três horas de voo até Frankfurt e depois doze horas até Singapura, onde chegámos a meio da tarde de dia 2.
Um Xanax ajudou a dormir e descansar durante o longo voo. Ainda vi um filme, o "Nothing Hill".
Oito horas de diferença da hora portuguesa. Calor e humidade, e um céu enevoado. É a época das chuvas.
Depois de uma volta rápida em Chinatown, um óptimo jantar e cama, para pôr o sono em dia!


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A Rota do Azulejo



O Brilho das Cidades. A Rota do Azulejo.
Uma exposição a não perder na Fundação Calouste Gulbenkian, que vai estar patente até dia 21 deste mês de Janeiro.

Gostei da delicadeza e das cores deste desenho, A Virgem e o Menino.
Como não se podia fotografar, desenhei...




segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

o meu Mapa de Roma

  
 
 



Faço parte de um grupo no Facebook, o Sketching Workshop. Recentemente alguém teve a idéia de fazer um mapa de uma cidade, em que cada um faria a sua parte, sem quaisquer condicionamentos. A escolha recaiu sobre Roma, e acima está a minha interpretação da área que me foi atribuída.

Chamei-lhe "My path in Rome", pois nele assinalei um caminho que fiz no ano passado, durante o encontro "O Espiritual no Desenho". Reproduzi também o desenho que nessa altura fiz do Castel Sant'Angelo. Foi um dia que me ficou na memória, por isso tentei colocar essas impressões neste pequeno quadrado: as cores, o serpentear do rio, as pontes.

Depois o resultado final, com a colaboração de 25 artistas, como eles dizem! Gostei!



 
 
 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

no Conservatório Nacional



O CONSERVATÓRIO SAI À RUA - Take 2.
Foi o nome deste evento que teve lugar no Conservatório Nacional, em Lisboa.
Das 10h da manhã até às 20h da tarde, alunos, antigos alunos, professores, actuaram continuamente. A Manuela Rolão organizou um encontro neste local com os Urban Sketchers.
Só pude participar durante a manhã, tive pena de não ter ficado até ao fim.
Muito bonito, que prazer foi desenhar junto de amigos, ao som de boa música, e de um bonito cenário.














O grupo "Downtown"




O desenho que doei ao Conservatório

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Claro!









Desta vez desenhei a comida "no ar", ou seja, sem pratos por baixo, para variar. Falhou o nome da sobremesa, que era à base de ovos, tipo doce conventual.
Uma bonita vista em frente ao Bugio, boa companhia, boa comida, e um bom vinho a acompanhar, pois claro!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

deambulando por Évora



Domingo de manhã, tempo frio mas com sol. Procurei um enquadramento antes de me sentar na esplanada em frente ao templo. Pedi uma água. Os amarelos/ocres desta bonita cidade deram o mote. O outono visível nas folhas das árvores não podia ser mais bonito. Muitos espanhóis em grupos a passear, alguns espreitaram o meu caderno, vários comentaram de uma forma simpática! E o tempo passou rápido, esperava-me um almoço bem alentejano!





 
 
O Templo de Diana, um pouco de História:

Embora o templo romano de Évora seja frequentemente chamado de Templo de Diana, sabe-se que a associação com a deusa romana da caça originou-se de uma lenda criada no século XVII.1 Na realidade, o templo foi provavelmente construído em homenagem ao imperador Augusto, que era venerado como um deus durante e após seu reinado.
O templo foi construído no século I d.C. na praça principal (fórum) de Évora - então chamada de Liberatias Iulia - e modificado nos séculos II e III.
Évora foi invadida pelos povos germânicos no século V, e foi nesta época em que o templo foi destruído; hoje em dia, suas ruínas são os únicos vestígios do fórum romano na cidade.

As ruínas do templo foram incorporadas a uma torre do Castelo de Évora durante a Idade Média. A sua base, colunas e arquitraves continuaram incrustadas nas paredes do prédio medieval, e o templo (transformado em torre) foi usado como um açougue do século XIV até 1836. Esta utilização da estrutura do templo ajudou a preservar seus restos de uma maior destruição. Finalmente, depois de 1871, as adições medievais foram removidas, e o trabalho de restauração foi coordenado pelo arquiteto italiano Giuseppe Cinatti.

 

Depois de almoço no Luar de Janeiro, mais um desenho, desta vez no Largo Luís de Camões. Gostei da interligação do aqueduto com a cidade, presente em toda esta zona antiga. Interessante também nalguns locais a existência de casas que foram construídas por baixo dos arcos. Vale a pena passear e descobrir recantos e perspectivas nesta bonita cidade!





domingo, 29 de dezembro de 2013

em Évora, na Igreja de Santo Antão







A Igreja de Santo Antão ou Igreja Paroquial de Santo Antão situa-se na Praça de Giraldo.

Foi mandada construir pelo Cardeal D.Henrique, Arcebispo de Évora, no lugar onde se erguia a medieval Ermida de Santo Antoninho. Para a sua construção demoliu-se o Arco do Triunfo romano.

Começou a ser construída em 1557, sendo um exemplar do período final da Renascença, de três naves, apresentando as características das chamadas igrejas-salão. Apresenta um considerável conjunto de altares de talha dourada.

A imagem de Nossa Senhora de Fátima chamou-me a atenção pelas suavidade dos azuis, rosas e dourados das talhas que a envolvem.

Voltei no dia seguinte para melhorar o desenho, e no final quis tirar uma fotografia. Estava com alguma dificuldade, o iPad numa mão e o caderno noutra, não conseguia carregar no ícon para disparar! Ainda tentei com o nariz mas não dava! Tive que ir pedir ajuda às senhoras que estavam a tomar conta da igreja. Gostava de ter também fotografado a cena: uma agarrava no iPad, eu no caderno e a outra disparava! Um momento único, posso assegurar!

 

sábado, 28 de dezembro de 2013

em Évora, durante o almoço

 
 
 



Continuando pelo Encontro em Évora, durante o almoço no Piparoza ( com z, não com s como eu escrevi no desenho...)

Depois da apresentação do Nuno Matos Silva, fomos à procura de um local para almoçar, facto que não se revelou nada fácil. Finalmente encontrámos um restaurante que só tinha mesa na rua, o que acabou por ser bom porque nos permitiu desenhar a bonita cidade.

Eu, Estela, Elsa, Rosário, Carmo, Margarida, e a Ana.

A Ana, que vinha carregada com as Ecolines e pauzinhos para desenhar, foi a nossa orientadora. Tinha feito recentemente um workshop com o Richard Camara, e foi nessa base que estivemos a desenhar. De tal maneira era o nosso estendal em cima da mesa, que não havia lugar para colocar a comida!  Comemos bem, bebemos melhor e divertimo-nos à grande!  

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

almoço do dia de Natal

 
 
 



Já é tradição fazermos o almoço do dia de Natal com os nossos amigos Sepúlveda, num restaurante chinês, pois são quase os únicos abertos nesse dia. O Hong Kong Grande Palácio fica numa transversal da Almirante Reis, perto da Portugália, e é um dos melhores restaurantes chineses de Lisboa.
Do lado dos Sepúlveda temos a Rosário, o Nuno, a Teresa e a Maria. Do meu lado, dos Moura, a Kika, a Ana, a Clara, o André que é o meu genro, e o António Moura. Eu sou a do caderno, só se vêem os dedos...
Avisei que não me dissessem no final que as pessoas não estavam parecidas, que isso me irritava, que o desenho valia pelo momento, mas ninguém me obedeceu...

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

em Évora, a Sé

 
Domingo, 10h da manhã.
Sé de Évora, início de mais um encontro de Urban Sketchers, em conjunto com os alunos de arquitectura do Instituto Superior Técnico. Nuno Matos Silva a liderar, e a incutir o gosto pela observação, o entendimento da História, dos estilos, a sua evolução, e também o gosto de registar em cadernos o que vemos.

A Basílica Sé da Nossa Senhora da Assunção, ou simplesmente Sé de Évora, data de 1250. É um monumento onde existe a transição do estilo românico para o estilo gótico, e que foi recebendo ao longo dos tempos elementos de outros estilos de arquitectura.

A meio da nave central, existe este altar em talha barroca com a imagem de Nossa Senhora do Anjo, chamada também Nossa Senhora do Ó. Em mármore policromado, possui uma grande beleza e a particularidade de ser uma das poucas representações de uma Nossa Senhora grávida, a acariciar o ventre. Em frente dela o Anjo Gabriel, representando a Anunciação.
 
 
 

 
 
Uma foto que o meu amigo César Caldeira me tirou e que eu lhe roubei...
 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

sábado, 14 de dezembro de 2013

Paço d'Arcos

 
 
Na incapacidade tecnológica de juntar estas duas páginas que correspondem a uma página dupla do meu caderno, fica uma de cada vez, o que também me pareceu interessante, pois acho que cada uma delas é capaz de sobreviver, e bem, sozinha. E porque se diz que mais vale só que mal acompanhado, esta é uma forma de contrariar o ditado, e provar que se pode estar bem das duas maneiras. Desde que bem acompanhado, claro!
 
P.S. Eu também não estava sozinha, e a seguir a um almoço na Casa da Dízima, mesmo em frente deste edifício, a minha companhia teve a paciência de esperar enquanto eu fazia este desenho... 

 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

de passagem pelo Mosteiro de Alcobaça



 
 
 
 
No mesmo domingo da onda da Nazaré (sem onda), uma passagem rápida por Alcobaça, com tempo apenas para um desenho deste bonito Mosteiro. Podia ter dado cor, mas preferi manter assim mais simples, até porque gosto muito de desenhos só a caneta preta. Também posso acrescentar que havia muito mais pessoas do que aquelas que desenhei, mas não tive mesmo hipótese de riscar mais nada!
 
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

na Curia

 
 
 
30 Novembro 2013                                


Guardiã do jardim, norteia e ilumina o caminho e os caminhantes. Elegante, discreta, nunca ninguém lhe ouviu uma palavra. No cimo do seu pedestal, o seu porte não é altivo, é doce, é submisso. Invernos, primaveras, outonos, muitos já por si passaram, até já lhes perdeu a conta. Este, apenas mais um outono, igual a tantos outros, ao qual se seguirá mais um Inverno, e mais uma primavera...
E ela sempre lá...

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

a rapar o tacho...


 
 



Este título bem poderia ter saído de uma das músicas do Quim Barreiros, que ouvi durante dois dias em Alijó, quando aí estive de passagem em Agosto. Era a altura da feira, do regresso dos emigrantes para as férias de verão, o momento de reunião de muitas famílias, um momento de alegria.
Voltando ainda ao título, pode também significar que, não havendo mais produção da minha parte de desenhos para partilhar, vou indo buscar os restos.
Mas restos ou não, aqui ficam alguns momentos dessa feira, das pessoas, misturadas com textos inspiradores deste autor de música popular que, queiramos ou não, nos fazem sempre sorrir!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

a onda da Nazaré ( sem onda...)







Garrett McNamara tornou famosa esta zona junto ao farol da Nazaré, onde se formam por vezes, ondas gigantes, uma das quais ele surfou batendo um record mundial. Tinha imensa curiosidade em rever este local, sentir a sua escala, como se relaciona com a Nazaré, o Sítio, e a Praia do Norte. No domingo passei por lá, mas as famosas ondas, só na minha imaginação... O mar estava "flat", mas igualmente irresistível!



Algumas imagens de quando o mar está, como se diz em linguagem surfista, "swell": http://www.youtube.com/watch?v=I5g6I-FOguQ
...e aqui a explicação deste fenómeno local:

no Bussaco



Sábado, dia 16 Novembro. O frio parece que começou timidamente a chegar. Depois de acordar no Porto, dirigímo-nos até à zona da Mealhada, com destino ao Palace Hotel do Bussaco, situado em plena mata com o mesmo nome.
Chegamos, e o Palácio impõem-se no meio da paisagem.
Em estilo neomanuelino, um misto de Torre de Belém pelos perfis da sua estrutura, com motivos dos claustros do Mosteiro dos Jerónimos e do Convento de Cristo, com seus arabescos e florescências.

Foi projectado no final do Séc. XIX pelo arquitecto italiano Luigi Manini, também cenógrafo do Teatro de S. Carlos.
Construído como palácio de caça para o Rei D.Carlos, o último acto oficial que nele se realizou foi em 1910, já com o seu sucessor, mesmo antes da implantação da República.

O interior também surpreende.  Painéis de azulejos, frescos, esculturas, e motivos alusivos aos descobrimentos, de diversos artistas portugueses: Jorge Colaço, António Gonçalves, Costa Mota, João Vaz, António Ramalho, Carlos Reis.

Temos a sensação viver, aqui dentro, a História de Portugal. Não apetecia sair deste lugar. Apetecia ver, absorver, saborear todos os detalhes.
E assim fiquei durante a tarde no Salão Nobre, feita prisioneira de outros tempos, perdendo a noção do meu tempo ...


O Palácio visto do jardim
 
 
 
 
Durante o almoço no restaurante do Hotel, os detalhes de arquitectura, a vista da varanda sobre o jardim, e uma refeição, onde se destacou o folhado de leitão à Rei D. Carlos.
 
 
 
 
Durante a tarde a descansar no Salão Nobre, e a ver os outros fazerem o mesmo... 
 
 
 
 
As esculturas por cima da lareira do Salão
 
 
 
 
À noite, a magnífica janela da Sala de Jantar, junto à qual estive sentada ao almoço.